segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

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Combretastatin: droga tirada de árvore ataca câncer em uma dose.

1-combrestatin Testes com uma nova droga extraída da casca de um salgueiro (uma outra variedade desta árvore fornece também o ácido acetilsalicílico das aspirinas) africano mostraram que ela pode matar até 95% das células de um tumor com apenas uma dose..

A droga, combretastatin, corta o fluxo de sangue para as células cancerígenas, relatou a revista norte-americana "Cancer Research". A pesquisa com o medicamento está sendo realizada no hospital Mount Vernon, em Middlesex (Reino Unido).

"A resposta pode ser dramática. Em alguns tumores, o fluxo sanguíneo é bloqueado em duas horas. Pode ser que tenhamos um novo grupo de drogas", disse o pesquisador Dai Chaplin. A droga, em fase experimental, ataca o centro do tumor, mas as células da periferia continuam vivas. Por isso, se deve combinar a nova terapia com outras.

Os testes em seres humanos com a Combretastatin A4, droga para tratamento de câncer, têm se mostrado muito eficazes e trazem uma nova esperança para quem sofre da doença. A substância corta o fluxo de sangue para os tumores, evitando agir diretamente sobre as células atingidas. Dessa forma, pode-se conseguir bom resultado no tratamento de tipos variados de câncer.

As combrestatinas, em particular o fosfato de combrestatina A4, também vêm sendo testadas em pacientes, descrevendo-se regressão completa em um carcinoma anaplásico e parada de progressão em outro paciente com carcinoma medular metastático, embora tal efeito não tenha ocorrido em outros 2 pacientes com carcinomas anaplásicos e umsegundo paciente com carcinoma medular

Anti-angiogênicos

Combrestatina A-4 fosfato (CA4P) - O alvo principal do medicamento é a vascularização do tumor. Estudos em animais revelaram que o CA4P induz imediata e seletiva supressão da vascularização do tumor através de apoptose das células endoteliais e necrose hemorrágica. Diferenças biológicas entre vasos normais e tumorais explicam a lesão preferencial da droga nestes últimos e desta forma ela é ativa nos vasos tumorais e desprovida dos efeitos colaterais citotóxicos tradicionais. Dowlati usou o CA4P em 25 pacientes com tumores avançados que não responderam a outros tratamentos.

Destes 25, cinco eram tumores tireoidianos (três anaplásicos e dois medulares). Em um dos anaplásicos houve desaparecimento completo do tumor e de suas metástases e um dos medulares ficou estável nos 12 meses seguintes ao tratamento. Mas avaliação mais cuidadosa da toxidez do produto ainda não foi concluída.

1 Comentário:

Jackson Palmer disse...

qual a fonte?
qual hospital foram tratados esses pacientes?
aonde encontro essa droga?
obrigado