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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

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De Manaus a Belém pelo Rio Amazonas em imagens

Porto de Manaus no dia da partida, 28/09/2011


Os passageiros se aglomeram no convés do N/M Santarém para ver a cidade se distanciando na hora da largada, no por-do-Sol.

Quando o Sol se põe nas margens do Rio Amazonas o espetáculo é sempre grandioso e sublime.
O céu se transfigura segundo a segundo, mudando os tons da paleta de cores, enquanto o Astro-rei mergulha por trás das margens distantes. Tudo é grandioso, o rio, o espetáculo. O tempo tem outro sentido.
Venda de queijo de leite de búfala, no Porto da cidade de Almeirim.
O caboclo é o verdadeiro herói da ocupação desse imenso vazio demográfico que é a Amazônia, o verdadeiro Minossauro, o homem-peixe, na trilogia do escritor paraense Benedito Nunes.
Aqui, muitas vezes a água se confunde com a terra, e o caboclo vive em harmonia com todos os elementos da Naturaza.
Em Santarém/PA, a cidade banhada pelo rio Tapajós, de águas verdes, o reencontro com velhos e bons amigos...
... e também com algumas iguarias da culinária paraense, depois de passar dois dias comendo apenas o que havíamos levado como provisões. O cheiro da comida e a aparência da cozinha de bordo não eram muito...digamos...estimulantes. (Continua no Próximo post).

quinta-feira, 21 de julho de 2011

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A biela na Venezuela é mais embaixo

Carro revisado: suspensão, parte elétrica, óleo do Carter, filtros de ar, de combustível, de óleo lubrificante, pneus... . GPS com os mapas atualizados do Brasil e da Venezuela.  Passaportes, Certificado Internacional de Vacinação (que não foram pedidos na fronteira), papelada do DETRAN... . Preparativos para enfrentar os 4000 e poucos km através dos estados do Amazonas, Roraima e parte da Venezuela para ir até Isla de Margarita, no litoral caribenho, e voltar a Manaus.

Como já havia feito a viagem antes, em 2006, os mais de 300 (no total mais de 600, ida e volta) infernais km contínuos de buraqueira na rodovia brasileira BR-174 não chegaram a me surpreender totalmente: apenas mudaram de trecho. Mas acho que Sandrinha, Vera, minha irmã e Carlos, meu cunhado e amigo há várias décadas, ficaram meio que apavorados, no início. Mas reagiram bem.

Enquanto isso, já foram demitidos mais de uma dúzia de funcionários do Ministério dos Transportes e do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), incluindo o ex-ministro Alfredo Nascimento, ex-prefeito aqui de Manaus, por denúncias de superfaturamento e de pagamento de propina.

Mas, pra quem prefere as aventuras, a evasão da previsibilidade cômoda, chata e engessada dos chamados pacotes turísticos - mesmo sabendo das dificuldades a superar - o desafio era muito excitante. Afinal, Manaus é uma cidade ainda ilhada pela falta de ligação rodoviária com o resto do País. E esta viagem para o Caribe é uma tentação, a única chance de se pegar uma estrada, fazer a própria rota, escapulir da rotina, parar onde quiser, enfim, deixar os instintos nos guiarem, como na famosa série americana Rota 66, que os que já passaram dos 50 devem lembrar muito bem.

Em compensação, o tempo perdido na rodovia brasileira esburacada pode ser parcialmente recuperado nas excelentes estradas venezuelanas - que, no essencial, não devem nada às autopistas da Europa. O terror fica por conta das famigeradas Alcabalas, espécie de postos de controle da Guarda Nacional e do Exercito venezuelano espalhados às centenas ao longo da estrada, guarnecidas por ávidos soldados que criam problemas com os turistas brasileiros para pedir propina descaradamente.

(Uma maneira de se contribuir para acabar com isto é não ceder. Soube depois, conversando com um comerciante brasileiro em Margarita, que os empresários brasileiros locais têm pressionado junto ao Itamarati para tentar amenizar o problema. Acho muito difícil. A corrupção na América Latina é um mal tão arraigado que até parece mais biológico que moral).

A paisagem ao longo da viagem é deslumbrante aos olhos da sensibilidade pela natureza. Passa-se do domínio da Floresta Equatorial Úmida, caracterizada por mata densa e exuberante, para o domínio da Savana que recobre um relevo residual dissecado, de uma planura calma e sublime, onde despontam aqui e ali morros e serrotes, tudo coberto por uma vegetação rala e rasteira. A Gran Sabana está dentro do parque Nacional de Canaima, no sul da Venezuela, no estado de Bolívar. Constitui-se em uma das maiores atrações turísticas do país, com vistas que não se encontram em nenhuma outra parte do mundo.

Bem, se você conseguir superar a buraqueira brasileira e a corrupção venezuelana das estradas, terá que fazer ainda 2 horas de Ferry-boat expresso para chegar a esta ilha secular do mar do Caribe, uma Zona Franca com cerca de 420.000 habitantes, cercada de belas praias como El Agua, Saragoza, Paraiso, El Pargo... e de locais para lamber vitrine no paraíso consumista e enfiar o pé na jaca das compras: confecções, calçados, eletroeletrônicos, jóias e adornos femininos em pérolas cultivadas, coral, madrepérola... Tudo muito, muito barato!

(Além disso, a vantagem cambial. Em Pacaraima, cidade fronteiriça do Brasil, cada Real estava valendo 4,7 Bolívares, que é a moeda lá deles. A gasolina e o diesel custam centavos!).
A hospedagem, para se ter uma idéia, em um chalé maneiro, todo mobiliado, em um condomínio residencial elegante em plena Playa El Agua, o Tejas Rojas, ficou em torno de R$ 75,00 a diaria por casal.

Durante essa breve estadia de uma semana (havia programado pelo menos 10 dias, mas meu cunhado revelou que tinha compromissos inadiáveis de trabalho) pude vivenciar pela televisão, pelo rádio (sim, eu ouço rádio), pelos jornais e pelo movimento nas ruas um pouco da realidade social daquele povo simples, hospitaleiro e crédulo em sua grande maioria, em plena comemoração de sua maior data nacional, a da declaração de sua independência da Espanha, em 5 de julho de 1811.

É impressionante o anacronismo da demagogia, da arrogância, do ufanismo e do nacionalismo “revolucionário” extremado que encharcam os discursos oficiais, repletos de exaltação ao heroísmo histórico do povo e de Simon Bolivar, “O Libertador”, e de excitação histérica e puxa-saquista a Hugo Chavez, El Comandante Supremo Revolucionário. Algo patético, meio quixotesco, mas também perigoso como a História já muito bem o demonstrou. Quem não lembra do Nacional-Socialismo de Hitler e de Mussolini?

Chavez tem atuado a nível continental como se fosse um grande líder político regional, liderança que só ele consegue enxergar. Mas, reparem neste desenho comemorativo do bicentenário da independência venezuelana, que talvez encerre em sua simbologia (a Venezuela montada sobre um cavalo que é a América do Sul) algo muito mais preocupante que a simples pretensão de liderança política.

E nesta minha segunda viagem a Margarita, continuo com a impressão frustrante de ter saído correndo de lá, como foi da primeira vez. E isso, pra mim - que tenho correndo no sangue talvez um pouco daquele betume escaldante do asfalto das estradas - é mais que um simples pretexto pra voltar o mais breve possível e explorar o melhor que a Ilha tem a oferecer, além de usá-la como plataforma para ir explorar os ritmos calientes de Cuba e a diversidade cultural das ilhas holandesas de Aruba e Curaçao.

É só o tempo do carro sair da oficina e de dar uma refrescada na biela!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

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Um Hemocentro não é como uma padaria, infelizmente!



“27 DE NOVEMBRO, DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER”
BRINCADEIRA, OU IRONIA?
É isso mesmo, amigos. Estou voltando do HEMOAM – Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas – simplesmente porque a quimioterapia que esperamos por 28 dias para fazer hoje NÃO FOI REALIZADA EXCLUSIVAMENTE POR FALTA DE PESSOAL! É revoltante, inexplicável, inadmissíve, mas é issol
Eu e os outros pacientes, que aguardávamos desde pouco antes das 8:00 h, chegamos até a tomar os medicamentos adjuvantes orais, o omeprazol e a prednizona (corticóide), pois a única enfermeira presente no local só nos avisou que estava só por volta de 9:30 h, e que, das outras 4 enfermeiras lotadas com ela na seção de quimioterapia, 2 faltaram porque estão com a gripe suína (credo!) e as outras duas faltaram porque também estão doentes (não se sabe de quê). Diga-se de passagem, que, mesmo com os cartazes educativos espalhados pelas paredes dessa ala, os (as) auxiliares de enfermagem que ministram as drogas não se convenceram ainda de que têm que usar o material de proteção para evitar a infecção cruzada, luvas, máscaras, gorros... Alguns nem jalecos usam!
Antes de ontem, quando estive em consulta com o hematologista para avaliação de meu hemograma e estado clínico, toda a Fundação Hemoam estava sem ar condicionado, neste calor de 42 graus do ápice do verão amazonense. E, isto, fui informado, há já uma semana!
O calor era sufocante, as pessoas com aquele olhar desesperado, perdido, se abanando, empapadas de suor, crianças, idosos, todo mundo no mesmo barco, ou fornalha. Foi marcada a químio para daí a dois dias, ou seja, hoje, e fui aconselhado a levar ventilador, imaginem! (já temos que levar toda uma tralha que inclui lençóis e travesseiro). Tudo isso para, de última hora, cancelar por falta de pessoal?! - Aí, ME PERDOEM, TRATA-SE DE MUITA FALTA DE RESPONSABILIDADE, SACANAGEM, ATÉ!!
Afinal, uma unidade de saúde de referência regional como o HEMOAM não pode e nem deve ficar sujeita a esse tipo de imprevidência, de inércia, LETARGIA OU LESEIRA BARÉ (na expressão cunhada pelo escritor amazonense Marcio Souza) sob pena de ficar refém de seus próprios recursos humanos e assumir as sanções públicas desta falta de responsabilidade, de competência administrativa. Trata-se de um órgão evidentemente preocupado com a gestão da qualidade dos serviços prestados, e que publica, abertamente, os resultados de suas pesquisas de satisfação com o atendimento, colhidas entre os pacientes, que constituem o seu público.
A Fundação HEMOAM está em pleno processo de transformação em hospital estadual e investe recursos públicos de monta na manutenção e na melhoria dos serviços prestados à sociedade e na aquisição de medicamentos de alto custo, ao preço de milhares de reais por aplicação, como são os empregados nos tratamentos hemoterápicos, nas doenças do sangue. Não é justo que a má gestão de pessoal – ou a sua falta, ou falta de responsabilidade, pura e simples - não acompanhe estas preocupações com a qualidade e a excelência que a Instituição parece tanto buscar, e que a falta de preparo dos recursos humanos continuem a ser o verdadeiro cancro - esse, sim, incurável - o gargalo a impedir a eficiência no setor e nas políticas de saúde pública em nosso país, por melhores que sejam planejamento e dotação orçamentária.
Nem parece que há apenas cinco dias vivíamos o Dia Nacional de Combate ao Câncer. Parece que foi um ato falho, sem comprometimento qualquer, vazio. Parece que adquirimos a síndrome de comemorarmos o ‘dia disso’, o ‘dia daquilo’... Sem nos preocuparmos com o desenvolvimento da consciência, ou da tomada de consciência que esses dias deveriam evocar.
Nós, pacientes, temos o direito de termos o cronograma de nosso tratamento de câncer respeitado. Temos o direito de termos nossa saúde, nossa vida respeitada. Isso é o mínimum minimorum, vital. Essa é, atualmente, uma das poucas coisas bem definidas em nossas vidas e que aguardamos com ansiedade. O dia da quimioterapia pra gente é sagrado e sabemos que o cumprimento do intervalo entre as aplicações é quase tão importante quanto os medicamentos. E que, em conjunto, podem representar um protocolo bem sucedido, se respeitado.
E por enquanto teremos que esperar até 2ª feira, quase uma semana. Quase uma semana!
VOLTA OFICIAL AO TRABALHO


Não é fácil, não! O Nelson blog do nelson bem que tinha razão! Há cerca de um mês venho lutando contra a burocracia dos regulamentos da Junta Médica para retornar oficialmente ao trabalho. Sou funcionário público, geólogo e trabalho no Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM, do Ministério de Minas e Energia.
Empurra daqui, dalí, consegui com que o Nelson, my doctor, (que disse não poder ainda me dar alta, é claro, né)consegui que me desse uma declaração dizendo que estou apto para voltar ao trabalho. A funcionária da Junta, espantada, perguntou quando o médico lhe estendeu o documento: - Ele vai voltar por quê? – E o médico: - Porque ele quer, ora!  (Mas assim: faço a químio na 2ª e retorno na 2ª seguinte, com meus leucócitos já meia bomba).
Bem, de qualquer maneira, já voltei ao recinto, extra-oficialmente, há cerca de 1 mês. Não sou muito de citações, mas acho que essa vem a calhar:
A exclusão do trabalho por muito tempo ou então uma prolongada dependência da assistência pública ou privada corroem a liberdade e a criatividade da pessoa e as suas relações familiares e sociais, causando enormes sofrimentos psicológicos e espirituais” 
 (Caritas in Veritate)
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Ao largo da Praia da Ponta Negra



Bom dia, amigos!
Estou saindo para fazer a 4a quimio e vou ficar o dia todo no Hemoam. Depois dessa ficarão faltando 2 e espero que isso tudo se encerre aí.
Enquanto espero autorização oficial da junta médica para voltar ao trabalho, tenho comparecido diariamente para retomar o contato com os colegas.
Tenho andado meio sem tempo para concluir um post que comecei a escrever. Mas agora nessa fase pós quimio com certeza tempo não me faltará enquanto eu estiver de molho, devido a queda no meu sistema imune.
Mas lhes deixo esta belíssima foto do largo da Praia da Ponta Negra, aqui em Manaus, feita pelo oncologista Abelardo Pampolha, fotografo amador dos bons.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

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Yann Tiersen - Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain (2001)



O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é uma comedia romântica francesa de 2001, dirigida pelo criativo Jean-Pierre Jeunet (Delicatessen, Ladrão de Sonhos, Alien, a Ressurreição). O filme é uma obra prima. Não tem meias medidas: a gente ama ou odeia. 

Com uma fotografia deslumbrante e um roteiro enganosamente simples, Jeunet consegue dar a impressão de que se está lendo um belo poema.  Sua história adorável sobre a solitária, a doce e sonhadora Amélie Poulain, a justiceira (magistralmente interpretada por Audrey Tautou, mesma de O Código da Vinci), tem cenários criativos e personagens tão cheios de vida e ao mesmo tempo tão fantásticos, que somos envolvidos em seus destinos, sem que o percebamos, transportados por uma trilha sonora maravilhosa, composta pelo genial multi-instrumentista francês Yann Tiersen

Acho até que o filme não entrou em circuito comercial aqui em Manaus, como freqüentemente acontece com os que fogem do apelo comercial. Lembro que o baixei da net, em AVI, ainda em 2001, e me diverti durante várias semanas editando as legendas francesas (no Subtitleworkshop) para que ficassem iguais ao áudio. Se ainda não o assistiu, vale a pena locar o DVD, 


Enquanto isso, baixe aqui o álbum.
 



quinta-feira, 19 de novembro de 2009

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Lambança bolivariana em Manaus.


O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, confirmou nesta quarta-feira sua participação na reunião de países amazônicos do próximo dia 26 de novembro em Manaus, que deve ter a presença de líderes de oito países do continente.


A presença de Uribe em Manaus foi confirmada pelo chanceler colombiano Jaime Bermúdez, após um encontro com antigos diplomatas.


O diplomata, no entanto, esclareceu que não está confirmada a participação de Uribe na reunião com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, que também deve estar no encontro de Manaus, considerado preparatório para a cúpula de Copenhague sobre clima.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, na sua megalomania se avoca o papel de grande lider e mediador sulamericano, já tinha antecipado, como anfitrião da reunião em Manaus, sua intenção de facilitar um encontro entre Uribe e Chávez para aliviar as crescentes tensões entre Colômbia e Venezuela.


A chamada...Cúpula de Manaus deve ter a presença dos líderes de Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.


Dilma Rousseff, com certeza, a candidata do Lula à presidência, fará parte da comitiva. E deve abrir aquele bocão como gosta de fazer nessas ocasiões, com aquela sutileza elefantina que lhe é peculiar. Recentemente, em comício de inauguração em Boa Vista (RR), confundiu o estado de Roraima com o de Rondônia e foi vaiada. É só esperar, é divertimento na certa.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

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Gasoduto Coari-Manaus está em operação


O gasoduto Urucu-Manaus, que traz o gás natural da província petrolífera de Urucu, no município de Coari (AM), até a capital amazonense, já passou pela fase de teste e está operando comercialmente há mais de um mês, mas só será inaugurado na semana que vem com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, como todos sabemos, está em plena campanha eleitoral para sua candidata, Dilma Rousseff.
Com uma extensão de 670 quilômetros, as obras foram iniciadas em 1º de junho de 2006 com conclusão prevista para março de 2008, inicialmente. Gerou em torno de 3.400 empregos diretos e 10 mil indiretos. Na primeira fase de operação, deverá transportar 4,7 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, cujo principal destino é a produção de energia em termelétricas, para atender Manaus e os municípios onde passará a tubulação, beneficiando cerca de 1,5 milhão de pessoas.

O gás natural substitui com todas as vantagens possíveis e imaginárias o diesel e o óleo combustível usados atualmente na produção de toda a energia elétrica consumida no Estado, proporcionando uma economia anual de R$ 1,2 bilhão - não só aos cidadãos do Amazonas, mas a todos os brasileiros, já que os usuários de energia elétrica de todo o país subsidiam, por meio da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), o consumo de energia elétrica aqui do Estado.