quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

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HEMOAM realiza cadastro de voluntários a doador de medula óssea na BEMOL

18.01.2010 O HEMOAM estará nesta quinta-feira, dia 11, das 8h30 às 12 horas, realizando campanha de Cadastro de Doadores Voluntários de Medula Óssea na Bemol (Escritório Central), localizada na Rua Miranda Leão, nº 41, Centro. A meta é cadastrar 50 voluntários no Redome, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea.

As campanhas externas são estratégicas para aumentar o número de cadastrados no registro nacional. Até o momento o HEMOAM conseguiu cadastrar 13.311 voluntários. “É muito importante que possamos ter cada vez mais candidatos cadastrados pelo Amazonas”, destacou a gerente de captação de doadores do HEMOAM, Cristina Muniz. “As chances dos que estão na fila de espera do hemocentro, hoje com cerca de 40 pacientes, entre adultos e crianças, aumentam consideravelmente”, disse. Para os que estão na fila – portadores de leucemia e outras doenças do sangue – o transplante é a única chance de cura.

Ao participar da campanha e concordar em ser doador voluntário, o candidato preenche uma ficha de cadastro e coleta uma amostra de sangue de 5 ml para realização do exame de HLA, ou seja, histocompatibilidade. Ele determina as características genéticas do candidato. Estas informações são disponibilizadas para todo o Brasil no registro nacional. Ao ser encontrado um doador compatível, o candidato à doação é convocado a fazer novos exames para confirmação. E se o perfil coincidir com o do paciente na fila de espera, o candidato decidirá se realmente quer doar. Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 55 anos, pode ser candidata a doar medula óssea.

SERVIÇO:
CAMPANHA DE CADASTRO DE DOADORES DE MEDULA ÓSSEA
DATA:11/02/2010
LOCAL: BEMOL – ESCRITÓRIO CENTRAL.
HORÁRIO: 8H30 às 12 HORAS

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

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Isso é que é pontaria!

nanobolhas-laser-podem-explodir-celulas-cancerigenas Usando lasers e nanopartículas, cientistas descobriram um meio de encontrar células doentes e destruí-las com pequenas explosões. Eles usaram nanobolhas, feitas com partículas de ouro e com lasers, para estourar as células cancerosas.

O fato de eles mirarem e conseguirem destruir uma única célula sem danificar suas vizinhas já torna essa descoberta um grande avanço na medicina. De acordo com os pesquisadores a idéia é destruir essas células doentes antes que o câncer se espalhe e comprometa o resto do organismo.


As nanobolhas são criadas quando as nanopartículas de ouro são bombardeadas com pequenos pulsos de laser. Dependendo da intensidade do laser, elas podem ser maiores ou menores. Outra descoberta foi que as nanobolhas são capazes de destruir possíveis bloqueios de gordura em nossas artérias.

No último teste, os cientistas colocaram anticorpos junto das nanobolhas, para que elas mirassem somente em células doentes – e as testaram em células com leucemia e em células de câncer cerebral. A técnica foi eficiente em encontrar as células doentes, mirar nelas e destruir somente elas e não suas vizinhas saudáveis.

Sendo assim, os cientistas acham que as nanobolhas podem fazer o diagnóstico, encontrando as células cancerosas, e o tratamento, destruindo-as, ao mesmo tempo. [Sciente Daily]

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

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Câncer pode ser evitado com a combinação de exercício físico e combate à obesidade

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Os números não deixam dúvidas de que a dobradinha exercício físico e combate à obesidade é uma das melhores medidas para a saúde: 19% de todos os cânceres poderiam ser evitados com essa combinação. E ainda 63% dos casos de câncer de boca, faringe e laringe; 60% dos tumores de esôfago e 52% dos casos em que a doença atinge o endométrio.

Os dados, específicos para o país, fazem parte do relatório Políticas e Ações para a Prevenção do Câncer no Brasil, Alimentação, Nutrição e Atividade Física lançada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) em parceria com o Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer (WCRF). O lançamento da publicação marca o Dia Mundial do Câncer, comemorado quinta-feira passada, 05/02/10.
O Globo, 04/02/2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

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Frases de efeito (colateral)

Tenho observado no cotidiano de alguns dos blogs que acompanho, onde seus autores passam ou passaram por situações difíceis diante de doenças graves, que a espontaneidade que brota dessas crônicas, independente dos recursos estilísticos do autor, é muito eficiente em produzir belos efeitos estéticos, abrangentes e duradouros. Soando como alertas, despertando emoções variadas e sentimentos de empatia que estabelecem uma relação de identidade entre quem lê e quem escreve, pode levar à formação de redes de solidariedade, de troca de informações úteis e de experiências. Figure ou não esse “efeito” de forma consciente entre os objetivos de quem escreve.

As palavras são promíscuas e mutantes poderosas. Salvo algumas poucas restrições de gênero, número e grau, elas podem se associar livre e inconseqüentemente para multiplicar seus efeitos. Tenho a presunção de figurar entre seus incontáveis e anônimos amantes traídos. E, como quase todo amante, bom ou não, preocupo-me com seu domínio, seu poder de transformação sobre mim, sobre a sociedade e sobre tudo o que se move. Frias, calculistas; espontâneas, simples, observo-lhes o comportamento individual e coletivo, quando se deixam manipular frivolamente por principiantes ou experientes para formar frases.

Tem também as questões formais, essas coisas de estilo, elegância e tal. Isso, evidentemente, importa para seres, como nós, que acumulamos milênios de civilização.

Mas esse arranjo milimétrico, de precisão quase cirúrgica, inspirado ou não seria preocupação mais afeta aos profissionais, aos estilistas, aos literatos, aos escribas e às suas motivações do espírito ou racionalismo utilitarista. Vargas Llosa, Dostoievsky, Suassuna, Garcia Márquez, Zola, e vai por aí...

Afinal, escrever e publicar posts em um blog de visibilidade mundial supõe a necessidade de relação, empatia, interação visando algum “efeito”, ou retorno, feedback sobre o compartilhar de experiências pessoais, sentimentos ou o que se pensa e se plasma em palavras num dado instante. Portanto, todas as frases, originais ou vulgares são de efeito ou tem potencial de produzir efeito, depende mais de quem as lê, do contexto sociológico, cultural e do efeito almejado. É principalmente por isso que os comentários são tão esperados.

blog_magaphoneDe resto, aos ingênuos que julgam deter alguma forma de exclusividade em sua relação com as palavras, diria que todas as frases são feitas, pois sua matéria prima, as palavras, apesar de todo o seu voluntariado original e significância implícita, ainda não desenvolveram a fantástica capacidade de livre auto-associação. Elas precisam sempre de alguém que as articule, manipule, conjugue.

E para constatarmos tudo isso, basta que leiamos mais, muito mais do que temos lido até aqui, e que, mesmo assim, continuemos a ser humildes ou, por causa disso, passemos a sê-lo.

De outra forma, palavras seriam palavras, nada mais que palavras (olha só que efeitão!) e escrever seria simplesmente um mero exercício solitário, masturbatório, infrutífero.

Tenho recebido dos blogueiros amigos uma carga poderosa de frases de efeitos colaterais, elas são sempre bem-vindas.

Ou então voltemos aos diários de debaixo de travesseiro das mocinhas do início do século passado.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

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Estudo nega relação entre celular e câncer

cel-cancer
O uso de celular não aumenta as chances de se desenvolver câncer, afirma um novo estudo japonês.
A descoberta soma-se às muitas evidências até o momento de que celulares não são prejudiciais à saúde.

Cientistas da Universidade Médica da Mulher de Tóquio compararam o uso de telefones em 322 pacientes com câncer cerebral com 683 pessoas saudáveis e descobriu que o uso regular do celular não afeta significativamente a probabilidade de se desenvolver câncer no cérebro.

Eles ainda estudaram a radiação emitida de diferentes tipos de aparelhos para avaliar o efeito em diferentes áreas do cérebro.

"Usando nossas novas técnicas recentemente desenvolvidas e mais precisas, não descobrimos associação entre telefones celulares e câncer, oferecendo mais evidências para sugerir que eles não causam câncer cerebral", afirmou Naohito Yamaguchi, que conduziu a pesquisa.

As descobertas de sua equipe foram publicadas no British Journal of Cancer.
Cientistas pelo mundo têm monitorado os efeitos de campos de radiofreqüência na saúde humana há cerca de 60 anos.

As preocupações públicas sobre a segurança dos telefones celulares têm aumentado conforme adultos e crianças os utilizam mais freqüentemente, embora todas as evidências até agora terem apontado que a tecnologia é segura.

Apesar do estouro no uso desses aparelhos pelo mundo desde os anos 1980, o número de casos de câncer cerebral pouco se alterou.

Poucos estudos têm mostrado uma ligação entre celulares e câncer, mas a maioria não encontrou associação. O maior estudo feito até agora, envolvendo 420 mil pessoas, não mostrou relação com qualquer tipo de câncer, mesmo após 10 anos de uso.

"Até hoje, os estudo não mostraram evidências de que o uso de celulares seja prejudicial, mas não podemos ter certeza absoluta sobre seus efeitos no longo prazo. As pesquisas ainda avançam", afirmou Lesley Walker, diretor de informação do câncer da Cancer Research, no Reino Unido.
Reuters