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quarta-feira, 13 de junho de 2012

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Projeto de Lei torna crime exigência de caução ou promissória em emergências médicas


O Plenário da Câmara Federal aprovou quarta-feira passada o Projeto de Lei que aumenta a pena para instituições e profissionais que condicionarem o atendimento médico emergencial a qualquer tipo de garantia financeira (cheque-caução ou nota promissória). A proposta, de autoria do Poder Executivo, ainda será votada no Senado. As informações são da Agência Câmara.

O projeto muda o Código Penal ao criar um novo tipo de crime específico, relacionado à omissão de socorro (artigo 135). Atualmente, não há referência expressa nesse artigo quanto ao não atendimento urgente de saúde.

A pena definida pelo projeto é de detenção de três meses a um ano e multa. Hoje, a punição prevista para omissão de socorro é detenção de um a seis meses ou multa. Os agravantes continuam os mesmos, com aplicação da pena em dobro, se da prática resultar lesão corporal grave; e até o triplo, em caso de morte.

Os deputados Amauri Teixeira e Arnaldo Faria de Sá deram pareceres favoráveis pela Comissão de Seguridade Social e Família e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O projeto prevê também a obrigatoriedade de os estabelecimentos afixarem, em local visível, cartaz ou equivalente com a informação de que constitui crime a exigência dessas garantias financeiras ou ainda o preenchimento prévio de formulários para o atendimento.

O governo federal passou a dar atenção especial à recusa de atendimento em hospitais particulares desde a morte do então secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, em 19 de janeiro deste ano. Após ter passado por dois hospitais privados de Brasília, Duvanier acabou falecendo em um terceiro estabelecimento particular. Segundo a família do ex-secretário, na ocasião, os hospitais teriam exigido a entrega de um cheque-caução.

Fonte: aqui

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

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Impostômetro: O Ministério da Saúde adverte...



Já tinham visto esta geringonça? Aposto que não. Software criado pelo IBPT e pela Associação Comercial de São Paulo, também conhecida por "tira a mão do meu bolso!",ela mede em tempo real a arrecadação de impostos aqui nas terras tupiniquins e ontem bateu na casa do 1 trilhão desde o início do ano.
De arrepiar, né? Mas isso ainda não é nada. Precisas é ve-la em ação. Confira:
impostometro Horripilante!!!!

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Ontem, 6o dia pós químio, os efeitos colaterais recomeçaram e Sandrinha me levou até a "ürgência" do Hemoam  É sempre assim quando termino de tomar a dose cavalar de prednisona e do omeprazol. Cefaléia, pressão no peito, tosse, secreção, coriza, e toda uma síndrome de disturbios gastrintestinais de cujos detalhes escatológicos eu os pouparei.

Nossa ida ao Hemoam foi muito educativa, mas pouco útil como auxílio terapeutico para mim. Aprendemos que eles lá decidiram modificar o conceito da palavra urgência - de modo a atender sua ineficiência operacional -, e que os pacientes que chegam de urgência são triados para atendimento de acordo com um protocolo que leva em consideração a ordem de chegada.

Risível, se não fosse trágico! Depois de tentarmos argumenter fazendo de tudo para que a razão prevalecesse, o único médico da urgência (uma médica) apareceu finalmente. Estava tão impregnada de um  certo perfume, enjoativo e adocicado, já naquelas primeiras horas da manhã, imaginem, que nem parecia alí  estar para dispensar cuidados a enfermos, a pacientes submetidos a quimioterapia e portanto suscetíveis aos enjôos. 

Depois de mais de uma hora aguardando na "urgência" do Hemoam, Sandrinha ligou para uma das filhas, Renata, que é médica, e foi ela que nos ajudou a superar a crise. Exame clínico, radiografia medicação, tudo ok. Hoje estou melhor... :=]