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sexta-feira, 27 de maio de 2011

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A Terapia do Humor


A Terapia do Humor é a utilização do humor, do riso, como coadjuvante das terapias convencionais para o alívio da dor física, da angústia e do estresse emocional nos pacientes de doenças graves. Ela é usado como um método complementar para promover a saúde e lidar com a doença.

Embora não existam evidências científicas disponíveis de que o humor possa curar o câncer ou qualquer outra doença, os efeitos do riso e de um estado mental relaxado podem reduzir o estresse e melhorar a qualidade de vida de uma pessoa. O humor tem efeitos físicos, pois pode estimular o sistema circulatório, o sistema imunológico e outros sistemas do corpo.

Estes efeitos físicos benéficos incluem a estimulação da frequência respiratória, uma melhor utilização  do oxigênio, a estimulação da produção de certos hormônios e neurotransmissores e o aumento da frequência cardíaca.

Alguns hospitais e centros de tratamento, com o propósito de fazer rir os pacientes, já dispõem de salas especiais com material audio-visual de natureza lúdica, como comédias em filmes, gravações de áudio, livros, jogos e puzzles. Muitos hospitais também aceitam voluntários que visitam os pacientes para fazê-los rolar de tanto rir.

No Brasil, a ONG Doutores da Alegria, criada em 1991 sob a inspiração do Clown Care Unit, grupo de artistas especialmente treinados para levar alegria a crianças internadas em hospitais de Nova Iorque, é uma das pioneiras nesse trabalho sensível de fazer as crianças brasileiras hospitalizadas se borrarem de tanto rir. 

Eu continuo achando que a melhor terapia é aquela que integra todos os meios terapeuticos para produzir a cura e o bem-estar, incluindo a nutrição adequada, a paz de espírito e a tranquilidade, o envolvimento e o calor afetivo de amigos e familiares, exercícios físicos e práticas de vida saudáveis. Ou seja, vale tudo.

Um grande fim de semana a todos ! ;)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

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O Poder Terapeutico do Riso.


Desde crianças ouvimos a expressão 'rir é o melhor remédio'. Mas este conceito nunca foi tão levado a sério como nos últimos tempos. O riso agora é considerado terapia, comprovada por estudos médicos e com resultados surpreendentes.
O simples esboçar de um sorriso, o riso ou uma gargalhada bem gostosa - e quanto mais intensa melhor - cria uma onda vibratória que propicia de imediato um relaxamento corporal que se estende para todo o corpo, dando uma sensação de bem-estar físico, mental e emocional. Protege ajudando a nos prevenir de várias enfermidades.

A risoterapia como método terapêutico existe desde a década de 60. Quem assistiu ao filme Patch Adams conhece bem a história. O americano hunter Adams, conhecido como Patch Adams, já implantava o método em hospitais e escolas desde a sua época de estudante. Era comum vê-lo atender seus pacientes com nariz vermelho ou peruca de palhaço.

Cientificamente o riso é um grande estimulador, ele é responsável por mandar a ordem ao cérebro, através do hipotálamo, que sintetiza as endorfinas, mais precisamente as betas endorfinas. Essas substâncias, que são produzidas nos momentos de bom humor e conseqüentemente do riso, são analgésicas, similares às morfinas, mas com potência cem vezes maior. 

O riso está associado não somente com o alívio de tensão induzido pelo perigo e sinalização não agressiva, mas também com a expressão de emoções positivas. Riso e humor diminuem estresse e ansiedade, reforçam a imunidade, relaxam a tensão muscular e diminuem a dor. O riso inicia uma cadeia de reações fisiológicas.

Primeiro, ele ativa o sistema cardiovascular, a freqüência cardíaca e pressão arterial aumentam. As artérias então se dilatam, levando, portanto, a uma queda da pressão. Contrações fortes e repetidas dos músculos da parede torácica, abdômen e diafragma aumentam o fluxo sanguíneo nos órgãos. A respiração forçada (o há!há!há! do riso) eleva o fluxo de oxigênio no sangue. A tensão muscular diminui e pode-se temporariamente, perder o controle dos nossos membros, como na expressão “ficar fraco de tanto rir”.

Pessoas que sofrem de raiva crônica têm alta incidência de pressão sanguínea elevada, níveis mais altos de colesterol e são mais vulneráveis a ataques cardíacos. Enquanto a raiva, a depressão e a frustração perturbam a função de muitos sistemas fisiológicos, incluindo o sistema imune, o riso ajuda estes sistemas a funcionarem melhor. Por exemplo, o riso ajuda o sistema a aumentar o número de células que auxiliam contra infecção, as células T, no sangue. O riso também pode promover mudanças hormonais benéficas.

"Após a primeira sessão de terapia do riso havia menos dores, nomeadamente nas articulações, e maiores sentimentos de felicidade e de auto-estima", explicou à Lusa Arlete Lourenço, 27 anos, enfermeira na Psiquiatria do Hospital de Faro, em Portugal e terapeuta do riso na Associação Oncológica do Algarve (AOA).

Dar umas boas gargalhadas aumenta também as defesas imunológicas e a capacidade de reagir às doenças, e promove a saúde mental evitando a sua degeneração, defende a enfermeira Arlete, que cita o ditado popular "rir faz bem à saúde" e critica aquele que diz: "muito riso é sinal de pouco siso".

Segundo a enfermeira Arlete, as sessões de terapia do riso baseiam-se em executar exercícios de riso que estimulem a auto-estima e são seguidos por uma fase de relaxamento, seguindo o método indiano "Madan Kataria", fundador do Clube Internacional do Riso e que defende que rir é "uma energia positiva que traz saúde, felicidade e bem estar".