Tenho visto na
internet, principalmente em fóruns, muita gente interessada em obter informação
sobre uma planta da Amazônia, a Sucuuba, usada há muito tempo por aqui no
tratamento empírico (ou caseiro) do câncer.
Por via das
dúvidas, na falta de estudos determinativos das aplicações e de uma dosagem
específica, estou tomando o látex dessa planta desde o terceiro ciclo da quimioterapia,
na proporção de uma parte de Sucuuba, duas partes de outro látex aqui da
região, o Leite de Amapá (do qual falarei em um próximo post), mais uma parte
de mel de abelhas, prá melhorar o sabor amargo da Sucuuba.
Tomo um cálice dos
de licor em jejum, mas tenho conhecimento de pessoas que tomam algumas gotas
diluídas em água mineral, ou filtrada.
Não seria demais ressaltar (como se
pode ver em “Por favor, leia” aí na
barra lateral) que este blog tem caráter informativo e não recomenda - nem
poderia e nem esta é nossa intenção – nenhum tipo de medicamento ou
tratamento, e que o médico deve ser consultado sobre a utilização de qualquer
tratamento alternativo.
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omo as fontes de informação sobre a
Sucuuba estão muito dispersas em vários sites na internet, publico agora o
resumo da pesquisa que fiz, com a indicação das fontes no final, bem como
alguns depoimentos de cura, esperando que sejam de alguma utilidade para aqueles
que buscam informações sobre a matéria.
A utilização das raízes, folhas,
cascas, talos, sementes, seivas, látex, frutos, flores, enfim, de qualquer produto de origem
vegetal no restabelecimento ou na manutenção, ou ainda na prevenção da saúde humana, conhecida como fitoterapia, faz parte da
história da humanidade, tendo grande importância no que se refere aos aspectos
medicinais e culturais. A referência mais antiga de que se tem conhecimento de seu
uso data de mais de sessenta mil anos. As primeiras descobertas foram feitas
por estudos arqueológicos em ruínas do Irã. Na China, em 3.000 a.C., já
existiam farmacopéias que compilavam as ervas e as suas indicações
terapêuticas.
Este uso milenar das plantas
medicinais, muitas vezes indiscriminado e pouco criterioso, também nos tem
revelado, juntamente com as pesquisas científicas, que determinadas espécies
contêm substâncias potencialmente perigosas e agressivas. E, por esta razão,
devem ser utilizadas com cuidado, respeitando seus riscos toxicológicos.
No Brasil, devemos aos índios a
existência de uma medicina popular fitoterápica, com contribuições dos negros e
dos europeus. O conflito entre as formas de cura alternativa e o saber
científico ocorre a partir do momento em que os leigos exercem estas formas
alternativas de cura. E este conhecimento é, em geral, desvinculado do saber acadêmico
pelo Establishment, sendo então
considerado ilegítimo. A medicina oficial, aquela aprendida nas faculdades,
apresenta, em geral, uma perspectiva tecnicista, que vê o doente de modo
fragmentado, diversamente do que ocorre nas terapias alternativas, que têm uma
visão mais abrangente, mais holística do homem.
A Sucuuba, ou Sucuba, ou ainda
janaguba (Himatanthus sucuuba) é uma espécie arbórea latescente (produz
látex, que é uma suspensão ou emulsão de pequenas partículas em um líquido) encontrada na região amazônica e
no Nordeste, cujo tronco é ereto e a casca rugosa. É uma perfumada árvore de
grande porte, que, adulta, pode atingir os 25 m de altura, com o tronco
variando de 1,5 a 2,0 m de diâmetro. Pode se desenvolver em terra firme ou nas
áreas alagadiças da Amazônia, denominadas várzea.
Na medicina popular, principalmente
no Norte, o látex e a infusão feita a partir da casca, do caule e das folhas,
têm sido utilizados pelo caboclo para tratamento de tumores, furúnculos,
edemas, artrites e ainda como vermífugo e laxante.
Como geralmente acontece com a
maioria dos produtos da biodiversidade amazônica,
os estudos sobre a Sucuuba são escassos, pouco determinativos, e raras as
fontes de pesquisa. E por não se tratar de um produto fitoterápico com
indicações terapêuticas e posologia devidamente estudadas e aprovadas pelas autoridades reguladoras (Anvisa),
naturalmente há controvérsias sobre a quantidade a ser ingerida. Mas, pelo que depreendi
desta pesquisa e da minha experiência pessoal, além do depoimento de pessoas
aqui da região que consomem o chá, a infusão ou o látex puro ou diluído, por
gerações, não existem riscos toxicológicos comprovados, desde que o consumo
seja moderado, como deve ser o consumo de qualquer substância medicamentosa,
mesmo que natural.
Os raros estudos levados a efeito (vide fontes abaixo) não foram conduzidos com o propósito de determinar a eficácia terapêutica ou farmacológica da Sucuuba no tratamento de alguma enfermidade específica, de acordo com os protocolos oficiais e reguladores, que incluem as várias fases de Ensaios Clínicos. Trata-se, basicamente, de estudos de natureza química, que visavam isolar, ou revelar os grupos de compostos químicos presentes nesta planta.
As análises revelaram a presença de
três grandes grupos: os depsídeos, os terpenos e os Iridóides, encontrados principalmente no caule e no látex, compostos pelas substâncias
fulvoplumierina, plumericina (de comprovada ação antineoplásica
(!), antiflogística e antimicrobiana), isoplumericina, e os ácidos confluêntico e metilperlatólico, estes últimos apontados como os responsáveis
pelas atividades antiinflamatória, analgésica e o efeito cicatrizante. Com base
em estudos farmacológicos, foi também evidenciada a baixa toxicidade
reprodutiva e teratogênica em ratas, indicando que seu consumo é seguro na
espécie humana.
Nomes comuns: agoniada, agonium,
anaguba, arapue, bashi pasha, bellaco-caspi, bellaku-caspi, caracucha,
caracuchu, caracuchu blanco, ceneiwe, kanraw-muni, mabwa, na'aypere, platanete,
platanote, quina-mole, sanago, shipotma, socoba, succuba-verdadeira, suche,
sucoba sanago, sucova, sucuba, sucuuba da Amazonia, sucuuba.
Depoimento 1:
“Tenho 4 filhos, e um deles, teve detectado câncer aos 26 anos, ele agora está com 30.Moramos no Mato Grosso do Sul, ele tinha um tumor na supra-renal de 21 x 22 cm, inoperável no MS, foi encaminhado a SP, no Hospital Sirio Libanês, aos cuidados do Dr. Miguel Srougi, urologista, com certeza um dos 2 melhores do Brasil.A cirurgia, de quase 8 horas foi abortada, pois meu filho corria risco de vida.
Foram longos 30 dias de internação no HSL, atendido pelos mais conceituados médicos em suas especialidades, e conseguimos salvá-lo.Ainda internado, iniciou com 8 dias, a quimioterapia, que coisa terrível, e ao término de cada ciclo fazíamos as avaliações da tomografia, e com 90 dias, Dr. Miguel Srougi ligou-me exatamente as 19 h, na data de meu aniversário, para informar que o tumor do meu filho era inoperável.Na busca incansável de vencer a doença, passei a entender que a nossa única chance seria passar a frente, e saber que caminho tomar, a cada insucesso nas avaliações.Assim, mandei os filmes de tomografia de meu filho, ao Hospital M.D. Anderson, nos EUA, aos cuidados do Dr. Paulo Hoff, genro dum amigo aqui de Campo Grande MS. Falei com Dr. Paulo Hoff ao telefone, ele pediu que o oncologista do HSL lhe passasse a ficha completa do paciente. Recebi em seguida do oncologista do HSL, o e-mail recebido dos EUA, onde o Dr. Paulo condenava a quimioterapia aplicada no paciente, por ser muito tóxica, e indicando outra.Passamos a realizar nova quimioterapia, associamos também o uso diário da Sucuuba, este um remédio caseiro, indicado pelos amigos, consiste em 9 gotas duma planta leitosa, diluídos em 2 litros d''água, tomando 3 xícaras de 50 ml ao dia. O tumor do paciente reduziu para 11 x 12 cm, continuava inoperável no Brasil, recebi sinal verde do M.D. Anderson, e fomos aos EUA, onde meu filho passou por uma grande bateria de exames, consultas, e finalmente, a cirurgia de 10 horas foi um sucesso.Teve alta com 7 dias, e com 11 dias após a cirurgia retornamos ao Brasil.
Meu filho recusou-se a tomar qualquer medicação após a cirurgia, e 90 dias após foram detectados nódulos no pulmão. Para ajudar, ele tem um câncer raro. Iniciou quimioterapia experimental, que já havia produzido resultado em três pacientes pelo mundo. Terminado o primeiro ciclo, tomografia, e constatou-se que os nódulos permaneciam do mesmo tamanho.Daí passou a tomar também a Sucuuba no início do segundo ciclo da quimioterapia experimental. Na última visita que fizemos ao oncologista Dr. Paulo Hoff, constatou-se na tomografia, a redução dos nódulos em 35%.Os filmes da tomografia foram retidos pelo Dr. Paulo Hoff para documentação da pesquisa. Afinal, meu filho é o quarto paciente do mundo a obter resultado com tal quimioterapia experimental. A pesquisa é coordenada pelo M.D. Anderson Hospital, no Texas EUA. Porém ela foi associada à Sucuuba. Da Sucuuba, temos diversos casos, com notícias de cura, de pacientes desenganados pela medicina científica.Minha mãe está tomando e os nódulos no cérebro sumiram e os que apareceram no pulmão estão diminuindo. Isso faz 3 meses apenas. IMPORTANTE: NADA SUBSTITUI O TRATAMENTO MÉDICO, ela toma a Sucuuba e também faz a quimioterapia.”(não quis se identificar)
Depoimento 2:
“A planta Sucuuba (ou janaúba, janaguba, pai-leiteiro da Amazônia) é muito usada no Norte do país contra o câncer, entre outras doenças. Meu pai fez uso dessa planta mais de um ano, contra um câncer de intestino. Graça a Deus, hoje ele está bem, após 3 anos. É claro que ele fez todo o tratamento convencional, e eu sempre falo pras pessoas que não se deve abandonar o tratamento, e que a planta é um "reforço". Mas já ouvi muitos casos de pessoas que se curaram fazendo uso dessa planta. Coloca-se 9 gotas do leite que sai do caule em 1 1/2 de água mineral, bate no liquidificador e côa com filtro de papel. É só tomar 3 vezes ao dia, um cálice pequeno. Eu recomendo essa planta!!!”
Depoimento 3:
“Prezada Katia, a sucuuba existe de dois tipos: um, uma árvore de tronco grande e poucas folhas e a outra de vários ramos e muitas folhas. A primeira, da flor e a segunda, não. Tentando ajudá-la posso falar da segunda (muitas folhas) que já curou vários tipos de câncer em minha família como: câncer externo na orelha, câncer na língua e câncer de seio. Vc pode tranquilamente tomar duas gotas extraídas do caule da planta (quebrando-se as extremidades do caule ou tirando a seiva ou arrancando-se uma folha (duas gotas) para dois litros de água. Se a pessoa não tiver problemas digestivos é melhor usar com água mineral com gás, pois o efeito é mais rápido. Mas serve qualquer água potável.Deve tomar cuidado ao lidar com a planta para não passar as mãos em nenhuma parte do corpo, pois pode provocar forte ardência. Portanto, lave muito bem as mãos com sabão de côco e use uma escovinha de mão para não deixar nenhum resíduo nas mãos. Para uso externo pode ser usado até oito gotas em um litro de água. Cura qualquer corte sem deixar infeccionar e em tempo recorde. Uma vez diluída em água não ha mais perigo do contato com a pele. Não deixe de continuar o tratamento prescrito e a adição das gotas de sucuuba não interfere nos outros remédios. Não há nenhum perigo, pois é só não exagerar na dosagem diária (recomendável 15ml em um copo de água) três vezes ao dia.Tenho tanta confiança nos resultados que minha netinha de 4 anos estava com pneumonia ficou boa tomando duas colheres de café, na mamadeira, duas vezes ao dia.”
(valdemar torres neto, IP: 201.78.174.243).
O site Vamos
falar de saúde apresenta mais depoimentos e está
disponibilizando gratuitamente a Sucuuba mediante o reembolso do SEDEX após
entrega. Ressalto que não os conheço nem nunca fiz nenhum pedido. Quem quiser
arriscar....
Fontes:
http://sec.sbq.org.br/cdrom/30ra/resumos/T1281-1.pdf
http://www.ufam.edu.br/instituicao/pro_reitorias/propesp/congresso/Resumos/exatas/11_Exatas.pdf
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40421998000600005&lng=pt&nrm=iso
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-40421998000600005&script=sci_arttext
http://www.scielo.org/cgi-bin/wxis.exe/applications/scielo-org/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&base=article%5edart.org&nextAction=lnk&lang=p&indexSearch=&exprSearch=HIMATANTHUS%20SUCUUBA
http://unadonna04br.multiply.com/market/item/12/12
http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude/v8n2/Art%207%20_v8%20n2_.pd
http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Himatanthus_sucuuba.htm
http://sec.sbq.org.br/cdrom/30ra/resumos/T1281-1.pdf
http://www.ufam.edu.br/instituicao/pro_reitorias/propesp/congresso/Resumos/exatas/11_Exatas.pdf
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40421998000600005&lng=pt&nrm=iso
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-40421998000600005&script=sci_arttext
http://www.scielo.org/cgi-bin/wxis.exe/applications/scielo-org/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&base=article%5edart.org&nextAction=lnk&lang=p&indexSearch=&exprSearch=HIMATANTHUS%20SUCUUBA
http://unadonna04br.multiply.com/market/item/12/12
http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude/v8n2/Art%207%20_v8%20n2_.pd
http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Himatanthus_sucuuba.htm
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Atualizado em 02/12/2010


