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terça-feira, 22 de junho de 2010

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Anvisa suspende fitoterápicos que prometem curar câncer.


Segundo resolução publicada no Diário Oficial do último dia 17, os medicamentos não tinham registro e eram vendidos como "indicações terapêuticas para tratamento de doenças de alta complexidade como câncer, Aids e doenças crônicas" e, o que é ainda mais grave, condenavam a uso das terapias tradicionais como incapazes de trazer benefícios ao paciente.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ordenou a suspensão das propagandas de um kit fitoterápico e de uma pomada anunciados como cura para o câncer.
Oferecido na internet por R$ 135 por uma instituição chamada "Grupo do Bem", o "Kit Aveloz" é um conjunto de fitoterápicos que contém copaíba, graviola, aveloz e ervas. Em seu site, o grupo desestimula as terapias tradicionais, que têm eficácia comprovada pela medicina. "A Graviola é 10.000 vezes mais forte do que quimioterapia por drogas, e sem efeitos colaterais", diz trecho de anúncio.
No mesmo site, a instituição vende por R$ 50 a "Pomada Aveloz", oferecida como cura para feridas geradas pelo câncer. Segundo nota da Anvisa, "as propagandas divulgam a errada idéia de que são indicados para fins terapêuticos."

Brócolis e couve-flor previnem o câncer de próstata. 

Ingerir grandes quantidades de brócolis e couve-flor pode ajudar a prevenir os riscos de se desenvolver um dos tipos de tumores mais temidos pelos homens: o câncer de próstata.
É o que mostra uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Os estudos foram realizados com cerca de 30.000 homens, em várias cidades americanas.

O resultado revela que aqueles que comiam mais de uma porção desses vegetais por semana tiveram uma queda de 50% do risco de desenvolver a forma mais agressiva deste tumor.

De acordo com os coordenadores da pesquisa, vegetais como brócolis e couve-flor são ricos em glucosinolatos, que podem gerar no organismo a formação de defesas anti-cancerígenas.
  http://veja.abril.com.br

quinta-feira, 13 de maio de 2010

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Medicamento fitoterápico será testado em mulheres com câncer de mama.


Pacientes poderão se inscrever para participar do tratamento, que será gratuito.
Institutos paulistas estão convocando mulheres com câncer de mama em estágio avançado para testar um novo tratamento à base de fitoterápicos. O tratamento é totalmente gratuito, com duração aproximada de seis meses.

De acordo com a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), os fitoterápicos são medicamentos obtidos a partir de plantas medicinais, que são aquelas capazes de aliviar ou curar enfermidades.

O estudo é voltado para mulheres acima de 18 anos, com no máximo dois tratamentos quimioterápicos anteriores para câncer de mama em estágio avançado, ou seja, pacientes com diagnóstico de câncer metastático (que a doença tenha se espalhado para outra parte do corpo).

Os testes vão substituir as terapias convencionais, como a quimioterapia, por um medicamento fitoterápico, que neste período de desenvolvimento recebe o nome de AM 10. Trata-se de uma substância sintetizada no Brasil a partir da planta medicinal aveloz (Euphorbia tirucalli).

Cada paciente tomará um comprimido três vezes ao dia, o que permitirá verificar a atividade terapêutica da droga, avaliar a possibilidade de controle da doença, o perfil de toxicidade e a ocorrência de efeitos colaterais.

Esta é a segunda fase da pesquisa. A primeira fase (pré-clínica) foi concluída com resultados positivos, com a realização de análises em células e animais, explica Luiz Pianowski, coordenador da pesquisa.

– Descobrimos que o AM 10 tem uma ação citotóxica, ou seja, que mata as células, e outra apoptótica – que incentiva o suicídio delas. Mas observamos também uma ação seletiva da substância, focada em células modificadas (cancerígenas), ou seja, ela mata mais células tumorais do que células vivas.

Os testes clínicos serão realizados pelos seguintes institutos: Faculdade de Medicina do ABC, Hospital Albert Einstein, Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho, Hospital Sírio Libanês e Centro Paulista de Oncologia. Os estudos são coordenados pela Pianowski & Pianowski, empresa de Pesquisa e Desenvolvimento Farmacêutico, pela PHC - Pharma Consulting, consultoria especializada em indústria farmacêutica e pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

Para mais informações, os interessados devem contatar o PHC - Pharma Consulting pelo telefone (11) 3673-3763.