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segunda-feira, 30 de maio de 2011

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Belém pode ter o primeiro Centro de Transplantes do Norte

“A região Norte do Brasil precisa ter seus centros de transplante de medula óssea”, declarou o diretor da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO), Luis Fernando Bouzas - que também é coordenador geral do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e da Rede BrasilCord - durante debate sobre transplante de medula óssea (TMO) no segundo dia do III Congresso Pan Amazônico de Hematologia e Hemoterapia, em Belém (PA), encontro que reuniu mais de mil especialistas em doenças do sangue, organizado pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH) com apoio da Fundação Hemopa.
De acordo com o especialista, as cidades mais cotadas para integrar a rede são Belém e Manaus, cujos hemocentros fazem parte do Redome. “Atualmente, os pacientes de doenças oncohematológicas, como linfomas, leucemias e mielomas, entre outras, com indicação para TMO e que vivem na região Norte, precisam ser transportados até as regiões Sul e Sudeste, ou aos centros de transplante do Nordeste, que já estão com muitos pacientes aguardando em suas listas”, relata.
No Brasil há 65 centros de transplantes, a maioria nas regiões Sul e Sudeste. Para instalar um centro na região, as instituições e/ou os governos estaduais precisam elaborar um projeto a ser submetido à aprovação do Ministério da Saúde. Presente no Congresso, o secretário de Saúde do Pará, Hélio Franco, deu “sinal verde” para o projeto.
Fonte aqui.

quinta-feira, 3 de março de 2011

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Ceará também faz transplante de medula

Na manhã desta terça-feira, 1º de março, mais um paciente foi operado pela equipe do hemocentro de Fortaleza (Hemoce) e do Hospital Universitário Walter Cantídio,  onde foi realizado o 26º transplante autólogo de medula óssea no Ceará - aquele em que a pessoa recebe células-tronco sadias da própria medula como forma de tratamento para alguns tipos de câncer.
A beneficiada, uma mulher de 22 anos, portadora de linfoma de Hodgkin, está internada em um leito isolado no Hospital das Clínicas, onde  deve permanecer pelas próximas duas semanas antes de receber alta.

O
 procedimento é simples: primeiro, o sangue do paciente passa por uma máquina de aférese, que separa e concentra as células-tronco, que são congeladas em nitrogênio líquido. Em seguida o paciente é submetido a uma quimioterapia especial para eliminar todas as células cancerosas. Por último, as células-tronco são descongeladas e reinfundidas (como se fosse uma transfusão de sangue) no paciente e passarão a recolonizar o sangue, diferenciando-se em todos os tipos de células. que o compõem. 

Até hoje, todas as outras 25 cirurgias foram consideradas um sucesso pela equipe médica. O primeiro transplante autólogo do Sistema Único de Saúde no Ceará aconteceu no dia 26 de setembro de 2008 e a maioria dos pacientes já retornou às suas atividades normais, tendo alcançado a cura para o câncer através do procedimento. O resultado incentiva ainda mais a continuidade deste trabalho, que tem ajudado a salvar vidas.

A medula óssea é um líquido que fica armazenado dentro do "tutano" de alguns ossos do nosso corpo e que tem como função produzir as células do sangue. Quando um paciente tem algum tipo de doença no sangue (leucemias, linfomas, alguns tipos de anemias e outras doenças congênitas) e precisa de um transplante de medula, ele pode se submeter a dois tipos de transplante: o autólogo, quando ele recebe células sadias retiradas da própria medula; ou o homólogo, quando precisa receber células da medula de outra pessoa. Para isso, ele pode recorrer:

·       à compatibilidade entre familiares, especialmente irmãos;
·       à rede de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário,  a BrasilCord;
·       ao Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, o Redome.

Esse último é a forma mais fácil de qualquer pessoa poder ajudar os pacientes que precisam de um transplante. Hoje, o Estado do Ceará reúne mais de 85 mil cearenses cadastrados no Redome.

O cadastro de doadores de medula óssea é uma listagem feita em todos os hemocentros do país e reúne as pessoas dispostas a doar. Para participar, basta que o voluntário compareça ao hemocentro de sua região. Ele precisa estar saudável, ter entre 18 e 55 anos e apresentar documento de identificação com foto, como carteira de identidade, de motoristas ou de trabalho. O candidato preenche uma ficha com seus dados pessoais e colhe uma amostra de 10 ml de sangue, como aquelas amostras que se colhe em laboratório para exames de sangue. A partir daí, o voluntário já está cadastrado!

As informações armazenadas no Redome são pesquisadas na necessidade de um transplante. Os dados do paciente que precisa receber a medula são cruzados com os dos doadores que estão no Redome, para tentar identificar compatibilidade entre eles. A chance de encontrar uma medula compatível é de apenas 1 em 100 mil. Por isso, quanto mais doadores cadastrados no registro, mais chances essas pessoas têm de sobreviver.

Clique aqui para acessar uma relação completa dos hemocentros do Brasil.

Fonte:  Governo do Ceará  

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

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Seja um doador de medula óssea, multiplique essa idéia e as chances de salvar vidas

No próximo dia 12 de dezembro, será realizada na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, a 2ª Corrida e Caminhada Com Você, Pela Vida – Doe Medula Óssea, em um percurso de 6 quilômetros. O evento abrirá a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. As campanhas têm apresentado resultados positivos. Nos últimos anos, foram cadastrados cerca de 350 mil a 380 mil doadores anualmente.
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) alcançou ontem a marca de 1,8 milhão de doadores cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Isso torna o Redome o terceiro maior registro do mundo em número de doadores, segundo o seu coordenador, o hematologista e pediatra Luís Fernando Bouzas.
Criado em 1993, o Redome teve durante dez anos um pequeno número de doadores (35 mil). De acordo com Luís Bouzas, coordenador do registro, a partir de 2004, quando o Inca assumiu a responsabilidade das campanhas, foi grande a adesão da população, atendendo ao chamado dos hemocentros e laboratórios de todo o país.
Já o Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme) foi criado em 2000. Esse banco de dados totaliza 6,8 mil pacientes inscritos, dos quais 1,2 mil estão ativos este ano, na busca de um doador compatível. O coordenador dos dois bancos de dados de medula óssea do Inca revelou que, atualmente, entre 30% e 35% dos pacientes inscritos no Rereme encontram um doador compatível no Brasil e no exterior. O Redome procura doadores em potencial dentro e fora do país, porque em todo o mundo há 15 milhões de doadores cadastrados nos Estados Unidos, países da Europa e Japão, entre outros.
“Quando não encontramos um doador brasileiro no registro nacional, ao mesmo tempo acessamos os registros de outros países para buscar essa possibilidade. Não é comum encontrar um doador mas, às vezes, acontece”, disse o hematologista. Ele explicou que a razão para isso é que parte da população brasileira é originária de correntes migratórias, principalmente da Europa e África.
Para 2011, a meta é aumentar o percentual de possibilidades de encontrar um doador compatível para os pacientes inscritos no Rereme para 60% a 70%. Até o final do ano, a previsão é bater o recorde de transplantes no Brasil, proporcionados pelo Redome, atingindo até 160 transplantes, o que significará um avanço ante os 136 transplantes efetuados em 2009.
O Inca está trabalhando para direcionar as campanhas para regiões mais específicas e de menor representatividade no Redome, entre as quais o Nordeste, com destaque para a Bahia; o Norte, sobretudo a Amazônia; e o Centro-Oeste. Essa será a tônica das campanhas do Inca para a doação de medula óssea no ano que vem.
Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=349073

terça-feira, 6 de julho de 2010

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Atriz Drica Moraes recebe medula óssea de doador não aparentado.


Ultimamente o transplante de medula óssea vem recebendo um apóio inesperado em sua divulgação pela mídia. O caso da atriz Drica Moraes, diagnosticada portadora de leucemia mielóide aguda no início do ano, tem contribuído largamente para a divulgação desta prática médica tão importante para salvar vidas. Na semana passada, a atriz passou pelo procedimento, no Hospital Albert Einstein (SP).
Drica recebeu a medula de um doador não aparentado, a partir de busca no REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea) e segundo o boletim médico do Hospital Albert Einstein, divulgado nesta quarta-feira, passa muito bem. Ela permanece no leito para monitoramento da reconstituição da medula óssea, e não há sinais de infecção ou outras complicações. O quadro dela, segundo os médicos, é estável. 
Porém, nem todos têm a mesma sorte. Embora atualmente existam cerca de 1,5 milhão de cadastrados como doadores voluntários, mais de 2.500 pacientes não encontraram um doador compatível na família e estão à espera de um doador 100% compatível.
Inca inaugura banco de sangue de cordão umbilical em Belém. 

O Brasil tem hoje o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, ficando atrás dos Estados Unidos e da Alemanha. O número de doadores voluntários passou de 12 mil para 1,6 milhão nos últimos dez anos. Apesar do grande número de doadores no Brasil, 70% dos pacientes não conseguem encontrar um doador compatível.

 A Rede de Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical (Rede BrasilCord), coordenada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), inaugurou no dia 24 de junho sua nona unidade na cidade de Belém (PA). A partir de agora, todas as regiões do país contam com um banco de sangue de cordão umbilical, segundo o Ministério da Saúde.

Os bancos têm o objetivo de aumentar as chances de localização de células-tronco para pacientes que necessitam da cirurgia e não encontram doadores compatíveis. O sangue umbilical é coletado após o parto, com autorização da mãe, e fica armazenado em nitrogênio líquido á baixa temperatura.

A unidade de Belém tem capacidade para receber até 3,6 mil bolsas de sangue de cordão, com custo médio de investimento de R$ 3,5 milhões. Os outros oito bancos em funcionamento estão em São Paulo (com quatro unidades), no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Ceará e em Santa Catarina. A meta do ministério é instalar mais cinco unidades até 2011.

Os bancos de sangue de cordão umbilical representam uma alternativa para as pessoas que necessitam de transplante de medula. Isso porque o sangue de cordão é cada vez mais utilizado como fonte para o transplante de medula.

domingo, 20 de junho de 2010

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Participe: campanha da Abrale pede doação de medula.


A Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) iniciou no último dia 14 mais uma campanha para mostrar à população que a doação de medula pode salvar a vida de mais de 2.500 pacientes brasileiros que não encontram doador compatível na própria família.

Esse é o caso de Yan Cunha, de 6 anos. Ele sofre de um tipo grave de leucemia e, desde 2007, enfrenta um intenso tratamento quimioterápico que inclui períodos de isolamento no hospital. Como os medicamentos diminuem a imunidade, Yan não pode frequentar a escola regular, mas assiste aulas especiais no Hospital A. C. Camargo, onde é atendido.

Seu pai, Cledemilton Cunha, conta que quando soube do diagnóstico sua mulher estava grávida de 5 meses. A família se encheu de esperança, mas infelizmente o sangue da irmã também não foi compatível com o de Yan. "Agora ele depende totalmente de encontrar um doador voluntário, pois a chance de cura com a quimioterapia é de apenas 15%." 

Para ser um doador, basta se registrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Os interessados precisam ter entre 18 e 55 anos de idade, boa saúde e se cadastrar no hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações. Em seguida, é feita a coleta de uma amostra de sangue (10 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador).

Os dados do doador são então inseridos no cadastro e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade é verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação.

O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Sob anestesia peridural, células-tronco do doador são extraídas do osso da bacia. O material extraído vira uma bolsa de transfusão e é repassado ao paciente por meio de um cateter inserido na veia cava. As células-tronco doadas se instalam então no local onde ficava a medula óssea doente.

quinta-feira, 11 de março de 2010

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Unip Cadastra Doadores de Medula Óssea em Manaus

doe vida A Universidade Paulista (UNIP) recebeu ontem, dia 10 de março, a equipe de captação de doadores da Fundação HEMOAM , de 18 às 21 horas, para campanha de Cadastro de Doadores Voluntários de Medula Óssea. Os voluntários serão cadastrados no Redome, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea. A atividade tem o apoio dos cursos de biomedicina e de enfermagem da UNIP.

Atualmente o HEMOAM tem cadastrados 44 pacientes na fila de espera para um doador compatível. Ações como esta visam aumentar o número de cadastrados no Redome. O HEMOAM já conseguiu cadastrar 13.311 voluntários. Estudos indicam que há uma chance a cada 100 mil candidatos de se achar alguém compatível fora da família.

Ao concordar em ser doador voluntário, o candidato preenche uma ficha de cadastro com todos os dados pessoais e de contato. Em seguida é feita a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para realização do exame de HLA, ou seja, histocompatibilidade. O exame determina as características genéticas do candidato.
Estas informações são disponibilizadas para todo o Brasil no registro nacional. 

Ao ser encontrado um doador compatível, o candidato à doação é convocado a fazer novos exames para confirmação. E se o perfil coincidir com o do paciente na fila de espera, o candidato decidirá se realmente quer doar. Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 55 anos, pode ser candidata a doar medula óssea.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

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Hemopa comemora oito anos de implantação do Redome no Pará

hemopa A entrega da parte física das obras do único Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP) da Região Norte, ocorrida no último dia 20 de janeiro, marca as comemorações pelos oito anos de funcionamento, na Fundação Hemopa, do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

O BSCUP, que deverá ser totalmente inaugurado em março deste ano, aumentará as chances de pacientes encontrarem doadores compatíveis de medula óssea, com a disponibilidade de células tronco do cordão umbilical de bebês, recolhidas nas maternidades da Santa Casa de Misericórdia e no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna. Posteriormente, outras maternidades serão incluídas no programa.

De 2002 até hoje, o Hemopa já contribuiu com mais de 33 mil inscritos no Redome, que também conta com o apoio dos cinco BSCUP’s existentes no Brasil. Mais sete bancos serão implantados, incluindo o do Hemopa, que terá a capacidade de armazenamento de 3.600 amostras, uma média de 960 coletas de sangue de cordão umbilical/ano.

O BSCUP do Hemopa resulta do convênio firmado com a Fundação do Câncer, que coordena a implantação de BSCUP’s em todo o Brasil, e administra os recursos financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No Pará, a obra representa um investimento superior a R$ 3 milhões, incluindo estrutura física, capacitação de profissionais, aquisição de equipamentos e tecnologia. O programa é do Ministério da Saúde, que criou a Rede Pública de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (Brasilcord).

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que anualmente são realizados cerca de 1.800 transplantes de medula óssea no país. Destes, 1000 são autólogos (quando o material é retirado da medula do paciente), 650 transplantes aparentados e 150 não-aparentados. Hoje, 90% dos procedimentos são cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os transplantes de medula óssea são tratamentos indicados para pacientes com doenças como leucemia, linfomas e mielomas, que atacam a medula óssea e impedem a produção de sangue.

A diversidade genética do país é o maior entrave para encontrar doador compatível não aparentado, cujas chances variam de uma em 10 mil no Estado, uma em 100 mil no país, e uma em um milhão no mundo. Dentro da família as chances são melhores: oscilam entre 25% a 35%.

Para a secretária de saúde Sílvia Comaru, após a implantação do BSCUP no Pará o próximo desafio será a instalação do Centro de Transplante de Medula Óssea, que deverá funcionar no Hospital Ofir Loiola, cujo projeto já está pronto. "Isso vai qualificar o SUS e expandir a atuação da saúde pública no Pará", ressaltou.

A implantação de mais sete BSCUP’s nas cidades de Belém, Fortaleza (Ceará), Recife (Pernambuco), Brasília (Distrito Federal), Lagoa Santa (Minas Gerais), Florianópolis (Santa Catarina) e Porto Alegre (Rio Grande do Sul) aumentará as chances de quem precisa encontrar doador compatível.

Exemplo de vida

O serviço do Redome salvou a vida de Vinícius Torres, 8 anos, que encontrou um doador compatível e não aparentado. O transplante, realizado no dia 27 de novembro do ano passado, foi um presente para toda a família. Segundo a mãe da criança, Michelle Torres, 29 anos, Vinícius lutava contra a Leucemia Linfóide Aguda (LLA) há cinco anos. Como não ficou curado com o tratamento convencional, o transplante era sua única esperança.

Ele aguardou por um ano na lista de pacientes. "Foram nove meses de busca constante por um doador compatível", relembrou Michelle, acrescentando que após conseguir o doador, o desafio seguinte foi a busca por um leito, conseguido no INCA após quase dois meses. "Meu filho foi transplantado em novembro. No dia 21 de dezembro ele teve alta e agora faz acompanhamento intensivo, até completar 100 dias de pós-transplante", explicou.

Feliz com a recuperação do menino, Michelle não economiza agradecimentos e frisou que a doação de medula óssea significa "muito para quem sofre com a espera por dias melhores. O doador não salva apenas a vida de um paciente, mas de uma família inteira".
Condensado de texto original publicado no blog do Hemopa