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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

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Seja um doador de medula óssea, multiplique essa idéia e as chances de salvar vidas

No próximo dia 12 de dezembro, será realizada na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, a 2ª Corrida e Caminhada Com Você, Pela Vida – Doe Medula Óssea, em um percurso de 6 quilômetros. O evento abrirá a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. As campanhas têm apresentado resultados positivos. Nos últimos anos, foram cadastrados cerca de 350 mil a 380 mil doadores anualmente.
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) alcançou ontem a marca de 1,8 milhão de doadores cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Isso torna o Redome o terceiro maior registro do mundo em número de doadores, segundo o seu coordenador, o hematologista e pediatra Luís Fernando Bouzas.
Criado em 1993, o Redome teve durante dez anos um pequeno número de doadores (35 mil). De acordo com Luís Bouzas, coordenador do registro, a partir de 2004, quando o Inca assumiu a responsabilidade das campanhas, foi grande a adesão da população, atendendo ao chamado dos hemocentros e laboratórios de todo o país.
Já o Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme) foi criado em 2000. Esse banco de dados totaliza 6,8 mil pacientes inscritos, dos quais 1,2 mil estão ativos este ano, na busca de um doador compatível. O coordenador dos dois bancos de dados de medula óssea do Inca revelou que, atualmente, entre 30% e 35% dos pacientes inscritos no Rereme encontram um doador compatível no Brasil e no exterior. O Redome procura doadores em potencial dentro e fora do país, porque em todo o mundo há 15 milhões de doadores cadastrados nos Estados Unidos, países da Europa e Japão, entre outros.
“Quando não encontramos um doador brasileiro no registro nacional, ao mesmo tempo acessamos os registros de outros países para buscar essa possibilidade. Não é comum encontrar um doador mas, às vezes, acontece”, disse o hematologista. Ele explicou que a razão para isso é que parte da população brasileira é originária de correntes migratórias, principalmente da Europa e África.
Para 2011, a meta é aumentar o percentual de possibilidades de encontrar um doador compatível para os pacientes inscritos no Rereme para 60% a 70%. Até o final do ano, a previsão é bater o recorde de transplantes no Brasil, proporcionados pelo Redome, atingindo até 160 transplantes, o que significará um avanço ante os 136 transplantes efetuados em 2009.
O Inca está trabalhando para direcionar as campanhas para regiões mais específicas e de menor representatividade no Redome, entre as quais o Nordeste, com destaque para a Bahia; o Norte, sobretudo a Amazônia; e o Centro-Oeste. Essa será a tônica das campanhas do Inca para a doação de medula óssea no ano que vem.
Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=349073

quinta-feira, 22 de abril de 2010

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Evento internacional discutirá as novas tecnologias no tratamento das doenças do sangue.

Em maio, durante o Highlights of American Society of Hematology in Latin America 2010, no Rio de Janeiro, os maiores especialistas do mundo discutirão os avanços da hematologia e da hemoterapia.

O uso das novas tecnologias e suas aplicações clínicas no diagnóstico e tratamento de doenças do sangue como leucemias, linfomas, síndromes mielodisplásicas, anemias falciformes, doenças trombóticas, malária e medicina transfusional serão alvo de discussões entre os mais de 500 hematologistas e hemoterapeutas da América do Sul e do Norte. Os profissionais participarão do “Highlights of American Society of Hematology in Latin America”, nos dias 14 e 15 de maio, na cidade do Rio de Janeiro.

Os temas apresentados no programa foram selecionados por uma comissão brasileira e norte americana. Para os especialistas e organizadores do encontro no Brasil, dr. Carlos Chiattone, diretor de relações internacionais da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), e dr. José Orlando Bordin, vice-diretor científico da ABHH, o evento tem por objetivo difundir os avanços científicos mundiais da área hematológica e hemoterápica, o que, de acordo com ambos, simboliza qualidade de vida para os milhares de portadores de doenças sanguíneas do País.

“Este é o segundo ano que o Brasil é escolhido como sede dos Highlights na América Latina e, reflexo do sucesso desta iniciativa, é o fato de nesta edição concretizarmos o status de encontro internacional. Aliás, as inscrições, que começaram em janeiro, já estão esgotadas”, comemora dr. Chiattone.

“Highlights of American Society of Hematology in Latin America” é uma parceria entre a ABHH e a American Society of Hematology (ASH), entidade responsável por realizar o maior encontro da hematologia no mundo, o ASH Annual Meeting que, este ano, entra em sua 52ª edição e acontece em Orlando, Flórida. O evento acontecerá no Centro de Convenções Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro.