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terça-feira, 30 de novembro de 2010

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Transplante de medula: estudo mostra redução na taxa de mortalidade após transplante alogênico de células progenitoras hematopoiéticas (TCPH)

Muitos avanços têm sido obtidos ao longo da última década nas técnicas e no tratamento de pacientes submetidos a transplantes alogênicos de medula. Para determinar o quanto esses avanços têm melhorado os resultados destes transplantes (o paciente recebe a medula de outra pessoa), pesquisadores da Universidade de Washington (UGW), Seattle, conduziram um estudo, financiado pelo National Institutes of Health, com resultados muito reconfortantes, publicados na edição de 25 de novembro do New England Journal of Medicine.

F
oram analisadas as taxas de mortalidade geral, de mortalidade não precedida por recaída, da recidiva de condições malignas, a freqüência e a gravidade de complicações do transplante, incluindo enxerto-versus-hospedeiro (GVHD), complicações hepáticas, renais, pulmonares e infecciosas entre 1.418 pacientes que receberam seu primeiro transplante alogênico no centro de Seattle, no período de 1993 a 1997, e entre 1148 pacientes que receberam seu primeiro transplante alogênico no período de 2003 a 2007. Componentes da Avaliação Pré-transplante de Mortalidade (PAM) da pontuação foram usados em modelos de regressão para ajustar à gravidade da doença no momento do transplante.

Verificou-se que no período 2003-2007, em comparação com o período 1993-1997, reduções significativas na mortalidade não precedida de recaídas, tanto após os primeiros 200 dias pós-transplante (redução de 60%) como no total (redução de 52%). A taxa de recidiva ou progressão de uma condição maligna reduziu em 21% e a taxa de mortalidade geral em 41%, após o ajuste para os componentes do escore de PAM. Os resultados foram similares quando a análise foi restrita aos pacientes que receberam a terapia de condicionamento mieloablativo. Encontrou-se também diminuição significativa no risco de GVHD grave, de doença causada por infecções virais, bacterianas e fúngicas, e de danos ao fígado, rins e pulmões.

O transplante alogênico é indicado nos casos de leucemia aguda, anemia aplástica, leucemia crônica, mielofibrose, mielodisplasia, linfomas que recaem após o transplante autólogo, em pacientes que não podem fazer o transplante autólogo por não se conseguir coletar sua medula, em pacientes nos quais a medula está tão contaminada pela doença que não vale a pena coletá-la. Os tipos de linfoma aonde este tratamento tem indicação são os foliculares, macroglobulinemia de Waldestrom, linfoma de Hodgkin e outros menos freqüentes.

Constatou-se uma redução substancial no risco de morte relacionada ao transplante alogênico de células hematopoiéticas, bem como um aumento na sobrevida em longo prazo, na última década. Melhores resultados parecem estar relacionados a reduções de dano aos órgãos, infecções e GVHD aguda grave.
Matéria traduzida e condensada da edição de 25/11/2010 de New England Journal of Medicine. Leia o texto original aqui.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

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Acreditem: doações de medula óssea são impedidas por medo e por falta de atualização de cadastro do doador.

Hospitais têm dificuldade de localizar doadores que não atualizam dados.
Muitos desistem por medo. Os médicos garantem que procedimento é seguro. Este ano em todo o país, 337 pessoas foram identificadas no cadastro com medula compatível para doação, mas 54 delas não puderam ser encontradas.transplante-de-medula
“Quem se cadastrar, quem quiser ser um doador, ajudar uma pessoa a se salvar de muitas doenças, como é o caso do transplante de medula óssea, tem que estar consciente de manter esse cadastro atualizado”, alertou o diretor do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Luís Fernando Bouzas.

Quase dois milhões de pessoas estão cadastradas como possíveis doadores de medula óssea no Brasil. Mas, muitas vezes, o problema na hora do transplante é encontrar quem se cadastrou e ajudar pacientes como Leonardo, de 13 anos.

O adolescente tem leucemia e há um ano procura um doador de medula – a única possibilidade de cura no caso dele. “Quero jogar bola, ir à praia, shopping... só", diz o menino, cheio de sonhos.

Entre irmãos, a chance de haver compatibilidade é de uma em cada quatro pessoas. Mas fora da família, o índice cai para um em cada 100 mil pessoas.

Depois de muita espera na fila, ao receber a notícia de que finalmente há um doador compatível, o paciente pode não conseguir realizar o transplante porque o doador mudou de endereço, não atualizou seu cadastro e, dessa forma, não pode ser localizado.

Há também uma parcela que desiste quando recebe o chamado, por medo. Mas os médicos garantem que o procedimento é seguro.

A medula, que parece uma gelatina, é retirada dos ossos da bacia com uma espécie de agulha. O doador não sente nada e, geralmente, é liberado do hospital no dia seguinte.

Já o paciente recebe a medula por um cateter, em um processo parecido ao de uma transfusão de sangue.

Nobel de Medicina critica preço de vacina contra HPV
vacina hpv O laboratório britânico GlaxoSmithKline (GSK) anunciou no primeiro trimestre uma redução de 50% no preço da vacina que comercializa no Brasil, utilizada contra o HPV oncogênico, doença que pode levar ao câncer de colo do útero. A vacina passou a ser vendida, a partir do mês de março, a R$ 114,67, uma redução de 50% sobre o preço de fábrica, R$ 229,33. O novo preço já inclui os 18% do ICMS.
No entanto, nas clínicas de vacinação do País a venda final ao consumidor passou por um acréscimo referente a outros impostos, custos de conservação, aplicação e serviços médicos. Em nota à imprensa, a GSK justificou o reajuste como "reflexo da política de equilíbrio de preços dos produtos" e pelo "compromisso em disponibilizar vacinas de grande necessidade para a população, com valores mais acessíveis." Mesmo assim, considerando que são necessárias três doses, ainda custa muito caro.

Descobridor da ligação entre a infecção pelo vírus HPV e o câncer de colo uterino, o alemão Harald zur Hausen, de 74 anos, prêmio Nobel de Medicina em 2008, lamentou anteontem, em São Paulo, os altos preços das vacinas desenvolvidas a partir de suas pesquisas, iniciadas nos anos 70. “Eu lamento. É muito cara, especialmente para países como o Brasil”, afirmou o cientista, principal convidado da inauguração do Centro Internacional de Pesquisa e Ensino do Hospital do Câncer A. C. Camargo, que ocorreu ontem, na zona sul da capital paulista. "Espero que a produção do imunizante também por outras companhias farmacêuticas leve a maior competição e redução dos preços no futuro", afirmou ainda o especialista.

As vacinas contra o HPV, que protegem contra os dois tipos do vírus mais ligados ao câncer, têm dois produtores mundiais e chegam a custar hoje US$ 300, consideradas as três doses necessárias para a imunização, alertaram no mês passado pesquisadores da Universidade de Duke em artigo na revista Nature Biotechnology, em que defenderam a produção a baixo custo em países em desenvolvimento.

O sistema público brasileiro ainda não oferta o fármaco, disponível em clínicas privadas e o custo é um dos impedimentos. Aponta ainda que são necessários mais estudos e que o principal método de prevenção no País ainda é a camisinha, além da realização periódica do papanicolau. O câncer de colo de útero é o segundo mais freqüente entre as brasileiras, só perdendo para o câncer de mama. São esperados 18.430 casos anuais no País

Anvisa suspende a importação do medicamento Onicit

onicit_packRemédio é usado contra náuseas e vômitos durante quimioterapias.
Irregularidades detectadas na fábrica, em abril, motivaram a decisão. O grupo farmacêutico Merck Sharp & Dohme, fundido com a Schering-Plough, informou ter garantido outra fonte de suprimento para o Onicit, que estaria de acordo com as práticas recomendadas pela Anvisa. A fabricante francesa Pierre Fabrè fornecerá o medicamento ao mercado brasileiro.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária anunciou nesta terça-feira (10) a suspensão da importação e do comércio do medicamento Onicit, cloridrato de palonosetrona, agente antinauseante e antiemético recomendado contra enjôos e vômitos durante sessões de quimioterapia, no tratamento de tumores malignos.

Segundo o órgão, durante uma inspeção realizada em abril, foram encontradas irregularidades na unidade fabril da empresa OSO Biopharmaceuticals Manufacturing, nos EEU|U|. O produto vinha sendo importado no Brasil pela Schering-Plough, de São Paulo.

A decisão vale em todo o território nacional e deve ser acatada imediatamente, após a publicação no Diário Oficial da União. O recolhimento dos lotes é de responsabilidade do fabricante. Quem tiver adquirido o remédio, cujo número do lote está descrito na embalagem, deve interromper o uso.

terça-feira, 6 de julho de 2010

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Atriz Drica Moraes recebe medula óssea de doador não aparentado.


Ultimamente o transplante de medula óssea vem recebendo um apóio inesperado em sua divulgação pela mídia. O caso da atriz Drica Moraes, diagnosticada portadora de leucemia mielóide aguda no início do ano, tem contribuído largamente para a divulgação desta prática médica tão importante para salvar vidas. Na semana passada, a atriz passou pelo procedimento, no Hospital Albert Einstein (SP).
Drica recebeu a medula de um doador não aparentado, a partir de busca no REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea) e segundo o boletim médico do Hospital Albert Einstein, divulgado nesta quarta-feira, passa muito bem. Ela permanece no leito para monitoramento da reconstituição da medula óssea, e não há sinais de infecção ou outras complicações. O quadro dela, segundo os médicos, é estável. 
Porém, nem todos têm a mesma sorte. Embora atualmente existam cerca de 1,5 milhão de cadastrados como doadores voluntários, mais de 2.500 pacientes não encontraram um doador compatível na família e estão à espera de um doador 100% compatível.
Inca inaugura banco de sangue de cordão umbilical em Belém. 

O Brasil tem hoje o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, ficando atrás dos Estados Unidos e da Alemanha. O número de doadores voluntários passou de 12 mil para 1,6 milhão nos últimos dez anos. Apesar do grande número de doadores no Brasil, 70% dos pacientes não conseguem encontrar um doador compatível.

 A Rede de Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical (Rede BrasilCord), coordenada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), inaugurou no dia 24 de junho sua nona unidade na cidade de Belém (PA). A partir de agora, todas as regiões do país contam com um banco de sangue de cordão umbilical, segundo o Ministério da Saúde.

Os bancos têm o objetivo de aumentar as chances de localização de células-tronco para pacientes que necessitam da cirurgia e não encontram doadores compatíveis. O sangue umbilical é coletado após o parto, com autorização da mãe, e fica armazenado em nitrogênio líquido á baixa temperatura.

A unidade de Belém tem capacidade para receber até 3,6 mil bolsas de sangue de cordão, com custo médio de investimento de R$ 3,5 milhões. Os outros oito bancos em funcionamento estão em São Paulo (com quatro unidades), no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Ceará e em Santa Catarina. A meta do ministério é instalar mais cinco unidades até 2011.

Os bancos de sangue de cordão umbilical representam uma alternativa para as pessoas que necessitam de transplante de medula. Isso porque o sangue de cordão é cada vez mais utilizado como fonte para o transplante de medula.

domingo, 20 de junho de 2010

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Transplante de medula: uma nova opção no tratamento contra HIV.


Um estudo de pesquisadores norte-americanos sugere uma nova alternativa para os pacientes que vivem com o vírus HIV. Segundo os cientistas, a terapia gênica poderá substituir parte do tratamento com antirretrovirais.

A pesquisa foi publicada na revista Science Translational Medicine. Pesquisadores dos Estados Unidos alteraram geneticamente células-tronco adultas da medula, responsáveis pela produção do sangue. Adicionaram três genes que impedem a replicação e a infecção pelo HIV.

Participaram do experimento quatro voluntários soropositivos que possuíam linfomas – um tipo de câncer que afeta o sangue – e, por isso, tinham indicação clínica para receber o transplante das células-tronco.

As células transplantadas foram retiradas dos próprios pacientes antes do tratamento para eliminar o linfoma. Depois, vírus pertencentes ao mesmo grupo do HIV – os lentivírus – foram usados para inserir os três genes no núcleo das células que seriam usadas no transplante. Por segurança, apenas metade das células transplantadas foi alterada geneticamente. Depois de eliminar o linfoma, pesquisadores prepararam a medula que recebeu as células-tronco.
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Alérgicos têm menos chance de desenvolver câncer.
Para os que sofrem com a alergia, uma boa notícia: cientistas de diversas universidades americanas sugerem que os alérgicos têm menos chance de desenvolver câncer. De acordo com a pesquisa, as reações adversas estimulam o sistema imunológico, ajudando a evitar diversos tipos de tumor.

Segundo a Universidade Texas Tech, os asmáticos têm 30% menos chance de ter câncer de ovário. Já um estudo coordenado pela Universidade Cornell aponta que as crianças com alergia a substâncias transportadas pelo vento, como a poeira, são 40% menos propensas a desenvolver leucemia.

Os cientistas comemoram os resultados, mas afirmam que mais estudos são necessários. "É difícil provar a ligação (entre alergia e câncer) e vi muita gente cética quanto a isso, mas o conceito existe e as pesquisas nos ajudam", afirma Ronald Crystal da Universidade Cornell. 

"As alergias geralmente ativam o nosso sistema imunológico", acrescenta.

Os médicos da Cornell destacam ainda que as alergias podem reduzir o risco de uma criança ter câncer de garganta, pele, pulmão e intestino. Na Universidade do Minnesota, pesquisadores apontam que as alergias podem diminuir os riscos de linfoma não-Hodgkin e câncer de estômago e cientistas de Harvard observaram uma "intensa relação" entre o câncer no cérebro e a asma, a eczema, a febre de feno e outras alergias. Um estudo canadense ainda sugere que os alérgicos têm 58% menos probabilidade de desenvolver câncer de pâncreas.

sábado, 24 de abril de 2010

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Células-tronco: Cerca de 25 mil pais brasileiros já optaram por congelar o sangue do cordão umbilical de seus bebês.


É necessário desembolsar R$ 3 mil para o congelamento das células umbilicais, a manutenção do material custa R$ 500 por ano e as pesquisas nessa área ainda são experimentais. Vale à pena?
As pesquisas com células-tronco são a grande promessa da medicina para o futuro. Espera-se que nas próximas décadas pacientes com doenças degenerativas, autoimunes, cardiovasculares e até mesmo pessoas que sofreram acidentes e tiveram os movimentos paralisados possam ser beneficiadas com terapias desse tipo. Por enquanto, todas essas possibilidades ainda estão longe de ser tornar realidade. Mesmo assim, há quem aposte nos avanços tecnológicos da medicina e desde já se preocupe em conservar materiais com a esperança de que no futuro eles possam vir a salvar vidas.
O sangue de cordão umbilical e placenta (SCUP) é fonte de células-tronco adultas. Em média, para cada cordão, o casal desembolsa cerca de R$ 3 mil iniciais para que sejam feitos a coleta, os exames e os procedimentos necessários para o congelamento. Depois continua pagando uma anuidade em torno de R$ 500 para a manutenção do material. Com as pesquisas ainda em níveis bastante experimentais, fica a dúvida: vale à pena investir essa quantia sem a garantia de como ou quando esses materiais terão uma aplicação real em tratamentos?
Na opinião do pesquisador do Núcleo de Cardio­mioplastia Celular da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Paulo Brofman, embora as perspectivas sejam animadoras, ainda há um longo caminho pela frente. “Estão sendo feitos estudos para o tratamento de doenças isquêmicas, lúpus, esclerose múltipla, problemas de circulação, mas isso tudo ainda é experimental. Atual­mente, não há nenhuma terapia disponível que utilize células-tronco, tudo o que está sendo feito ainda está em etapa de pesquisa”, ressalta.
A única aplicação possível para o sangue do cordão umbilical, hoje, é no tratamento de doenças sanguíneas, como uma alternativa ao transplante de medula óssea. Pacientes que sofram de leucemias, linfomas, anemias graves, imunodeficiências congênitas ou erros congênitos do metabolismo, e que precisariam de um TMO, podem ser tratados também com o sangue do cordão umbilical.
Em transplantes, o sangue do cordão umbilical pode ter melhores resultados do que a medula óssea porque possui células-tronco mais imaturas e, portanto, com maior potencial de diferenciação. Além disso, por estar armazenado, esse material já foi examinado e, assim, o transplante pode ser feito em menos tempo do que se dependesse de outro doador.
Enquanto um transplante com doador pode demorar até dois meses – tempo necessário para que todos os exames sejam cumpridos – um feito a partir do sangue de cordão umbilical pode ser realizado dentro de 15 dias. O sangue do cordão tem ainda outra vantagem, a de que pode ser transplantado mesmo com certo grau de incompatibilidade (quando um dos componentes não é totalmente compatível), enquanto que no caso da medula essa compatibilidade tem de ser total.
http://www.gazetadopovo.com.br 

quinta-feira, 11 de março de 2010

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Unip Cadastra Doadores de Medula Óssea em Manaus

doe vida A Universidade Paulista (UNIP) recebeu ontem, dia 10 de março, a equipe de captação de doadores da Fundação HEMOAM , de 18 às 21 horas, para campanha de Cadastro de Doadores Voluntários de Medula Óssea. Os voluntários serão cadastrados no Redome, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea. A atividade tem o apoio dos cursos de biomedicina e de enfermagem da UNIP.

Atualmente o HEMOAM tem cadastrados 44 pacientes na fila de espera para um doador compatível. Ações como esta visam aumentar o número de cadastrados no Redome. O HEMOAM já conseguiu cadastrar 13.311 voluntários. Estudos indicam que há uma chance a cada 100 mil candidatos de se achar alguém compatível fora da família.

Ao concordar em ser doador voluntário, o candidato preenche uma ficha de cadastro com todos os dados pessoais e de contato. Em seguida é feita a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para realização do exame de HLA, ou seja, histocompatibilidade. O exame determina as características genéticas do candidato.
Estas informações são disponibilizadas para todo o Brasil no registro nacional. 

Ao ser encontrado um doador compatível, o candidato à doação é convocado a fazer novos exames para confirmação. E se o perfil coincidir com o do paciente na fila de espera, o candidato decidirá se realmente quer doar. Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 55 anos, pode ser candidata a doar medula óssea.