Mostrando postagens com marcador linfoma não-Hodgkin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador linfoma não-Hodgkin. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de março de 2011

8

Demorou mas saiu o resultado do PET Scan

Finalmente chegou ao fim a nossa angústia de não saber exatamente o resultado de seis meses de quimioterapia no tratamento de um linfoma não- Hodgkin, diagnosticado em agosto de 2009. Devido a uma série de fatores impeditivos, ainda não tinha podido passar por este exame de precisão, o PET Scan, e vinha fazendo o controle pós-tratamento através de tomografias computadorizadas convencionais, que não fornecem o grau de exatidão desejado.

Foi uma semana cheia de tensão, aguardando esse resultado, depois de tanto tempo esperando pra fazer esse exame. E como o laboratório não veio entregar o resultado na segunda-feira, como havia prometido, Sandrinha foi até lá, ontem à tarde, e o recebeu. Cheia de ansiedade já foi abrindo os envelopes pelo caminho. (Nesta mesma tarde a mídia anunciava o falecimento de um brasileiro ilustre e exemplar chamado José Alencar).

Por mais que a ansiedade seja grande, não aconselho ninguém a abrir este tipo de exame antes do médico. Ele contém uma gama de informações complexas que podem ser mal interpretadas pelo leigo, gerando angústia, muitas das vezes injustificadas. Passamos a noite sem conseguir dormir, esperando a manhã chegar pra ir correndo ao Hemoam levar o exame para o Dr. Nelson e ouvir a opinião dele.

Mas uma coisa sobressaia do laudo, lá no final, clara e cristalina: “Estudo com PET/CT mostra ausência de sinais compatíveis com atividade da doença de base ou e disseminação”. E eu só precisava que o médico confirmasse a interpretação que eu havia dado a essas palavras. E ele confirmou!

Agora, mais aliviado, vou continuar fazendo os exames de controle a cada três meses.

Agradeço imensamente a todos, amigos, que vêm torcendo por mim esse tempo todo e tendo paciência comigo, com suas palavras gentis e estimulantes, especialmente à minha mulher e à minha filha, que se envolveram tanto em todo esse processo, desde o início, com uma dedicação comovente. Talvez nem imaginem a extensão do papel que este amor tem desempenhado nesta fase da minha vida. Eu também, à minha maneira, amo a todos vocês.

domingo, 6 de junho de 2010

0

Paternidade tardia traz riscos às crianças.


Apesar dos riscos associados à paternidade tardia – válidos tantos para a mãe como para o pai –, a verdade é que ter um filho numa fase mais madura pode representar um renascimento, uma nova esperança numa fase da vida em que já são poucas as surpresas.

As crianças nascidas de homens mais velhos têm um risco maior de linfoma não-Hodgkin, segundo investigadores norte-americanos, avança o site UPI.com.

A investigação do City of Hope National Medical Center usou dados do estudo California Teachers, que monitoriza a saúde, o estilo de vida e a informação demográfica de cerca de 133.500 professoras e administradoras do sistema de reformas de escolas públicas da Califórnia. Os cientistas focaram-se em 110.999 mulheres, 819 com diagnóstico de doença maligna hematológica, ou cancro do sangue.

Risco 59% maior

O estudo, publicado online antes da versão impressa no dia 15 de Junho, no American Journal of Epidemiology, indica que as participantes do estudo, que nasceram de pais com 40 anos de idade e mais velhos, tiveram um risco 59% mais elevado de linfoma não-Hodgkin, em comparação com as mulheres nascidas de pais com 25 anos e mais jovens. Os filhos de pais mais velhos têm maior probabilidade de cancro da próstata e da mama na vida adulta, bem como alguns tipos de cancro do sangue durante a infância.

Além disso, homens que têm filhos mais tarde, têm filhos menos inteligentes. Pelo menos é isso que sugere um estudo australiano publicado pela revista científica PLoS (Public Library of Science Medicine). Por outro lado, bebês nascidos de mães mais velhas saíram-se melhor nos mesmos testes de inteligência voltados para a medição das habilidades de raciocínio. A explicação pode estar em mutações no esperma do pai ao longo dos anos.

"Um homem pode pensar ‘eu posso ter um bebê aos 50 ou 60 anos e viver o tempo suficiente para vê-lo na faculdade’", dizem os cientistas. "Mas pode haver outros riscos para o filho, e é preciso ter consciência desses riscos”, aconselham
UPI.com

sábado, 24 de abril de 2010

0

Plácido Domingo fala de medo do câncer ao voltar aos palcos.

Único remanescente do famoso trio "Os Três Tenores", depois de Luciano Pavarotti ter morrido de câncer em 2007 e José Carreras ter anunciado sua aposentadoria no ano passado, Plácido Domingo foi submetido a cirurgia em Nova York no mês passado para a retirada de um pólipo maligno de seu cólon.
Plácido Domingo admitiu que sentiu medo quando descobriu que tinha câncer de cólon e disse que está felicíssimo por poder voltar a cantar em público no teatro La Scala de Milão, uma das salas de ópera mais desafiadoras do mundo. "A alegria de retornar a Milão é imensa, especialmente por poder continuar minha carreira, após algum medo", disse o tenor de 69 anos na segunda-feira, antes de estrear sua temporada no La Scala em 16 de abril.
"Ouvir a palavra 'tumor' é uma coisa que assusta", disse ele a jornalistas, trajando um blazer azul que parecia grande demais para ele. O tenor aconselhou outras pessoas a não demorarem tanto quanto ele a fazer exames preventivos de câncer, para evitar problemas semelhantes.
"Estou recomendando a todos que façam os exames. Isso só leva meia hora ou 40 minutos", disse ele.

O Globo
================================================
Vitamina K pode proteger contra linfoma.
  
A vitamina K é relativamente abundante nos alimentos, principalmente nas folhas das verduras, como espinafre e couve, e no óleo de soja. As bactérias intestinais produzem vitamina K no organismo. Logo, a deficiência dessa vitamina pode ocorrer quando algo interfere na função normal do intestino.

Os especialistas da Mayo Clinic, em Rochester, Minnesota, dizem que o risco de desenvolver linfoma não-Hodgkin (câncer no sistema imunológico) foi 45% mais baixo nas pessoas que ingeriam mais vitamina K.

A vitamina, solúvel em gordura e conhecida pelo seu efeito na coagulação do sangue, parece desempenhar um papel na inibição de citocinas inflamatórias que podem desempenhar um papel na doença, explicam os investigadores.

"Os resultados são estimulantes, pois este é o primeiro trabalho que associa a vitamina K ao linfoma não-Hodgkin, e que encontrou um efeito de proteção bastante forte", disse o investigador principal Dr. James Cerhan. "No entanto, como todas as novas descobertas, esta deverá ser confirmada com outros estudos”, acrescentou.

A equipe examinou a alimentação e os suplementos, nos dois últimos anos, de 603 pacientes com diagnóstico recente de linfoma não-Hodgkin, bem como de 1007 pessoas do grupo de controle.

Os cientistas alertaram que a vitamina K pode interagir com certos medicamentos, tais como os anti-coagulantes, por isso os pacientes que os tomam têm de seguir as recomendações dos seus médicos.
http://www.pop.eu.com

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

0

Terapia de manutenção com MabThera aumenta significativamente sobrevivência de pacientes com linfoma. Risco de vida cai para metade.

Dois anos de terapia de manutenção com MabThera (rituximabe) aumentam significativamente as chances de sobrevivência de pacientes que sofrem de uma das formas de linfoma mais freqüentes, o linfoma não-Hodgkin (NHL) indolente. 

Este foi o resultado de um ensaio clínico apresentado na 47a reunião anual da Sociedade Americana de Hematologia em Atlanta, EUA. O estudo comprovou a queda do risco de vida para a metade em pacientes que receberam terapia de manutenção com MabThera em comparação com os que não receberam nenhum tratamento de manutenção, independente da sua terapia inicial.

O professor Marinus van Oers M.D. do Centro Médico Acadêmico da Universidade de Amsterdã e investigador chefe do estudo, conclusivo, declarou: "Nosso estudo confirma que a terapia de manutenção com MabThera é altamente benéfica para todos os pacientes, inclusive os que já receberam MabThera como parte de sua terapia inicial. Nestes últimos trinta anos nunca vimos uma melhoria tão impressionante na sobrevivência total e sem evolução para NHL indolente. A terapia de manutenção com MabThera pode se tornar o novo padrão de tratamento destes pacientes".

Com base nestes dados, a Roche submeterá junto às autoridades européias pedido de extensão da marca para terapia de manutenção com MabThera para pacientes que sofrem de linfoma indolente."Temos consciência de que estes resultados inauguram uma nova era na administração desta doença insidiosa", disse William M. Burns, diretor-geral da Divisão de Produtos Farmacêuticos na Roche. "O linfoma não-Hodgkin (NHL) é um dos tipos de câncer de mais rápido crescimento de incidência e por isso estamos atuando em estreita colaboração com as autoridades sanitárias para assegurar a disponibilidade de MabThera como terapia de manutenção o mais breve possível".

Sobre o estudo

No estudo da Organização Européia para Pesquisa e Tratamento de Câncer, 465 pacientes com NHL indolente reincidente e refratário foram selecionados aleatoriamente para receber quimioterapia a cada 3 semanas com CHOP (ciclofosfamida, doxorubicina, vincristina e prednisona) ou terapia de indução com MabThera e CHOP.

Os pacientes que responderam ao tratamento foram randomizados de novo para manutenção com MabThera ou somente observação (sem tratamento adicional). Aplicou-se a terapia de manutenção com MabThera como uma única infusão de 375mg/m2 a cada três meses durante um período de dois anos. As conclusões principais foram taxas de resposta e sobrevivência sem evolução para a fase de tratamento inicial e para a fase de manutenção do estudo, respectivamente. Realizou-se o estudo em 130 centros no Canadá, Austrália, Países Baixos, Reino Unido, Noruega, Eslovênia, Eslováquia, Bélgica, Hungria, África do Sul, Suécia, Nova Zelândia, Dinamarca, Egito, França, Suíça, Itália e Polônia.

Resultados da fase de indução

Os resultados da fase de indução do estudo revelaram que os pacientes que receberam MabThera e CHOP (R-CHOP) apresentaram índices de remissão completa significativamente superiores aos pacientes que receberam quimioterapia exclusivamente com CHOP (29% versus 16%). Adicionalmente, a quimioterapia com CHOP e MabThera aumentou muito a sobrevivência sem evolução em comparação com a aplicação exclusiva de quimioterapia com CHOP (sobrevivência mediana sem evolução de 33 meses versus 20 meses).

Sobre o linfoma não-Hodgkin (NHL)

O linfoma não-Hodgkin (NHL) afeta 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo. O NHL indolente, representando aproximadamente 45% dos pacientes com NHL, é um tipo de câncer no sistema linfático de desenvolvimento lento, embora grave. Considera-se como incurável atualmente. O NHL é um dos tipos de câncer de crescimento mais rápido de incidência com um aumento de 80% desde o início da década de 1970.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

5

Quarta quimioterapia - Ufa!!!

Ontem passamos o dia todo no Hemoam, onde finalmente completei o 4º ciclo da quimioterapia. E quem leu os últimos posts sabe da no-ve-la! Uma se-ma-na de atraso porque duas das 4 enfermeiras da quimio contraíram gripe suína, e as outras duas também cairam doentes, não sei de que, e o principal motivo disso tudo certamente é a desobediência as normas básicas de segurança e higiene hospitalarares.
É inacreditável, inadmissível como grande parte dos profissionais de saúde aqui do Estado, pelo menos entre os que trabalham no Hemoam, são refratários no cumprimento as normas de segurança no que concerne ao uso obrigatório da roupa de proteção para eles mesmos e para evitar a infecção cruzada. Eles simplesmente não usam luvas, máscara, gorro, jaleco, nada. Uma das enfermeiras, questionada por minha mulher, chegou mesmo a afirmar, equivocadamente, que não estaria obrigada a usar tal equipamento e que o paciente, este sim, é que o estaria, “inclusive seu acompanhante” (!). O mais absurdo de tudo isso, pela contradição que envolve, se não fossem “enfermeiras” de formação, é que cartazes educativos que tratam do assunto foram afixados em locais estratégicos e visíveis nas paredes pela própria Gerência de Enfermagem da Instituição (!!).
Chegamos lá às 8:00, mas a perfusão do Mabthera só foi começar às 10:10 e só conseguimos deixar o Hemoam às 23:30, quando terminou a perfusão da Ciclofosfamida. Além da minha cabine mais duas estavam ocupadas: uma com um rapaz do município de Manacapuru, tratando um linfoma de Hodgkin, outra com uma garotinha de uns dois anos, tratando de uma leucemia. Mesmo tendo veias bem visíveis, logo de primeira a enfermeira errou a agulhada. Disse que sentia muito (hahaha). Estive a ponto de mandá-la tomar no tomate cru, como diria o Nelson, mas apenas ri.
Além disso, eu e os demais pacientes passamos várias horas da manhã sendo molestados, torturados mesmo pela tagarelice desenfreada, a mil decibéis, entre algumas enfermeiras e um paciente “alegre” que apareceu para se consultar e depois foi ficando para fofocar. Eu apenas espero, pela minha e pela saúde de todos os que precisam desses serviços, que o desleixo não se estenda às demais normas de higiene hospitalar e aos cuidados e precauções necessários quando da manipulação dos quimioterápicos na capela, onde se trabalha com valores críticos e precisos de temperatura, volume, dosagem, concentração e titulação de medicamentos geralmente caros e vitais para a cura dos enfermos e que podem se tornar até perigosos em caso de negligência.   
 Químio do Tadeu - São Paulo-SP
Pelo período da tarde apenas uma enfermeira permaneceu e ficou sobrecarregada. Teve que se dividir entre os cuidados aos pacientes de duas enfermarias, a da quimioterapia e a da transfusão, em alas diferentes. Como conseqüência, os pacientes passaram longos períodos abandonados, sem monitoramento, e os acompanhantes tiveram que ficar brincando de “Caça ao enfermeiro”. Naturalmente, neste caso a enfermeira é mais vítima do que outra coisa qualquer.
Este comentário, estas críticas não têm como propósito senão o de contribuir para o aprimoramento na prestação destes serviços de saúde pública, tão essenciais, tão vitais, os quais, em sua grande maioria, são procurados por pessoas humildes, simples, crédulas, confiantes no paternalismo do poder público, sem instrução, carentes de formação para o exercício crítico da cidadania e de informação necessária para reivindicar seus direitos constitucionais mais básicos - como o acesso à saúde com dignidade - e que por isso tendem a aceitar tudo o que vivenciam como se fosse normal.
No que me toca mais diretamente, meus exames de sangue, felizmente, têm apresentado resultados excelentes entre cada ciclo, com números de leucócitos, hemácias, plaquetas, etc, de acordo com os valores de referência. Meu médico, reservado por natureza e ossos do ofício, até abandonou brevemente seu habitual comedimento para comentar que estava otimista diante dos exames, na última consulta. Após este 4º ciclo de quimioterapia, percebo que a cada um deles os efeitos colaterais foram diferentes e progressivamente mais severos. Já estou colocando a barba (ou o que restou dela) de molho, pois hoje ainda é só o day after da 4ª e ainda me faltam dois ciclos completos !
 Minha químio - Hemoam, Manaus-AM
No 1º tive febre, calafrios e um apetite devorador, que me levou a ganhar um presente de grego: 5 kg, até aqui. Os cabelos da cabeça começaram a cair  ; No 2º, náusea moderada, febre baixa, calafrios, flatulência e diarréia por três dias (tendo como efeito co-colateral uma grande irritação nos canais competentes), além da perda da capacidade gustativa.No 3º, perda da capacidade gustativa, náusea, tonturas e cansaço.
Hoje a náusea bateu forte desde o início deste 4º ciclo com a perfusão do MabThera (Rituximabe). Isso nunca me tinha acontecido antes. Nos ciclos anteriores os efeitos colaterais só começaram a surgir a partir do 2º dia. Melhorou um pouco, mas nem o Zolfran, antiemético, conseguiu controlar o enjôo no hospital. Hoje já tomei dois comprimidos de Dramin, outro antiemético, mas nem assim consegui almoçar. Estou tomando bastante líquido para aumentar a diurese. Tenho tolerado bem os sucos e os sorvetes preparados com frutas ácidas, como os cítricos, o maracujá, o abacaxi, o taperebá e o cupuaçu, de preferência sem leite e com adoçante. Acho que ainda estou no lucro, pois, mesmo com muita náusea não cheguei a vomitar uma única vez, nem tive espasmos desde o início do tratamento.
Algumas pessoas me recomendaram tomar mingau de banana-da-terra, ainda verde, ou banana padova ou “pacovã”, como dizemos aqui (aquela bananona, parruda), pela manhã, antes da químio. Segundo elas a banana seria muito eficaz para evitar as náuseas. Experimentei no 3º ciclo e comigo não funcionou. Este mingau, bem preparado, é uma delícia, mas para mim é muito pesado e sua digestão não é fácil.
Bom, amigos, vou ficando por aqui. Ainda faltam dois ciclos. A luta continua. Obrigado a todos que tem participado dela, me animando com suas palavras de incentivo e de apoio. ;-] 
Os cabelos brancos estão crescendo bem mais rápido que os pretos, mais lisos e  mais macios que antes. Já estão com cerca de 1 cm e já posso até sentí-los ao vento (hehehe). Como sou otimista as vezes, até já comprei dois pentes novos (hehehe).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

2

Co-fundador da Microsoft, Paul Allen é diagnosticado com linfoma não-Hodgkin.



Allen, de 56 anos, que já lutou contra outra forma de câncer no sistema linfático, linfoma de Hodgkin, há mais de 20 anos e sobreviveu, está otimista em relação ao tratamento de quimioterapia pelo qual passa.Jody, sua irmã, acredita que vencerá esse também. "Paul está se sentindo e continua otimista. Ele segue trabalhando e não pretende mudar sua rotina na Vulcan" - empresa que opera na área de comunicação.

Allen fundou a Microsoft com Bill Gates, seu amigo de escola e também entusiasta da informática, em 1975. Foi vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos até 1983, quando deixou a empresa para cuidar da saúde. Ainda assim, permaneceu um dos maiores acionistas e membro da diretoria, além de investir dinheiro em tecnologia, imóveis, esportes e artes.


Além da área da tecnologia, Allen usou o dinheiro ganho na Microsoft para levar seus interesses ao extremo. Fã antigo de esporte, comprou o time de futebol americano Seattle Seahawks e o de basquete Portland Trailblazers.
O empresário tem ainda uma banda e um estúdio de gravação e criou o Experience Music Project, um museu de rock em Seattle.


Coleciona e já restaurou mais de 30 aviões antigos, iniciou um instituto de ciências do cérebro e, através da Vulcan, revitalizou uma ampla área do centro de Seattle conhecida como South Lake Union.


De acordo com a Forbes, em setembro Allen era o 17º homem mais rico do mundo, com patrimônio de cerca de US$ 11.5 bilhões.