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quarta-feira, 4 de maio de 2011

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Pai & Filho

O que você faria se seu filho de apenas dois anos estivesse morrendo de um câncer extremamente agressivo em um hospital? Seu desespero o levaria ao ponto de fazer coisas absurdas, como dar a ele drogas consideradas ilegais, sem a permissão dos médicos?  A história incrível que se segue é a de um pai que não hesitou em fazer isso para tentar ajudar o filho a sarar de um tumor cerebral. Apesar da recusa dos médicos em considerar o tratamento, o óleo a base de maconha entrava clandestinamente no hospital e era dado escondido ao garoto para tratar o tumor cancerígeno e aliviar o sofrimento dos efeitos colaterais.

Se questionados, a maioria dos médicos irá responder que a eficácia terapeutica da maconha medicinal ainda não está devidamente comprovada. Mas não tente dizer isso a Cash Hyde, ou a seu pai, pois para eles a eficácia da droga não poderá jamais ser colocada em questão, já que eles estão absolutamente convencidos de seu poder milagroso.

Cashy era perfeitamente saudável quando nasceu, em junho de 2008. No entanto, antes de seu segundo aniversário ele começou a ficar muito doente e o diagnóstico inicial de febre glandular não convenceu seu pai. Ele sabia que havia algo de mais grave com seu filho. Buscou a opinião de outros médicos e recebeu a notícia de que a criança era portadora de um tumor cerebral perigoso.

O menino teve então de passar por vários ciclos de tratamento com quimioterapia pesada para tentar diminuir o tumor. Apesar de parecer responder ao tratamento, os efeitos colaterais pareciam estar acabando com ele. Tinha convulsões, infecções no sangue, vômitos e dormia a maior parte do dia. Foram tempos muito dificeis para todos.

Em dado momento, a família foi avisada de que a criança tinha pouquissimas chances de sobreviver aos tratamentos ou a doença. O tumor cerebral parecia avançar muito rapidamente. Na cirurgia efetuada, a equipe médica não foi capaz de remover mais do que 10% do tumor, deixando a maior parte do mesmo, que continuou a danificar o corpo do garoto. Houve um momento em que os efeitos da quimioterapia tornaram-se tão insuportaveis que Cashy ficou extremamente fraco, pois  passou 40 dias seguidos sem conseguir ingerir alimentos sólidos.

Foi neste momento que Mr. Hyde, pai de Cashy, vendo o filho entre a vida e a morte, movido pelo desespero, decidiu que algo diferente deveria ser feito para tentar ajudar seu filho. Já tinha lido alguma coisa sobre o poder medicinal da maconha.

A maconha é ilegal no país. Mesmo que alguns estados norte-americanos, como o de Montana, permitam o seu uso medicinal em adultos, isso não se estende às crianças. O governo federal não reconhece a legalidade do uso da droga e frequentemente os Estados são questionados pelo FDA. Os médicos, receosos de correr o risco de perderem suas licenças, sequer cogitaram discutir a possibilidade do uso da maconha em ambiente hospitalar, colocando-se terminantemente contra.

Mr. Hyde conseguiu um fornecedor clandestino de maconha medicinal e simplesmente não disse aos médicos o que pretendia fazer. Para certificar-se de que os efeitos da droga teriam uma chance de trabalho sobre a doença de seu filho, ele apenas pediu aos médicos que suspendessem temporariamente todos os medicamentos anti-náusea, sem informá-los sobre quais eram suas intenções.

Segundo Mr. Hyde, o óleo concentrado de maconha pareceu surtir efeito imediato sobre o estado geral do garoto, que após ter ficado 40 dias sem comer alguma coisa começou a voltar a sentir fome. E até comeu um pedaço de queijo algumas horas após a ingestão da droga.

Cashy foi declarado livre do câncer pelos médicos e está finalmente de volta a sua casa, com a sua família, e voltou a viver a vida de uma criança normal.  Seu pai atribui todos os créditos à maconha medicinal, ou óleo de cannabis na recuperação de seu filho dos efeitos colaterais da quimioterapia, tornando possível a continuidade do tratamento. “É muito controverso, muito assustador. Mas, não há nada mais assustador do que perder meu filho."

Esta é uma história incrível sobre os efeitos positivos da maconha medicinal e de um menino cujo pai se recusou a desistir de sua vida .... e ele foi o melhor.

Leia o original em inglês aqui.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

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Impostômetro: O Ministério da Saúde adverte...



Já tinham visto esta geringonça? Aposto que não. Software criado pelo IBPT e pela Associação Comercial de São Paulo, também conhecida por "tira a mão do meu bolso!",ela mede em tempo real a arrecadação de impostos aqui nas terras tupiniquins e ontem bateu na casa do 1 trilhão desde o início do ano.
De arrepiar, né? Mas isso ainda não é nada. Precisas é ve-la em ação. Confira:
impostometro Horripilante!!!!

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Ontem, 6o dia pós químio, os efeitos colaterais recomeçaram e Sandrinha me levou até a "ürgência" do Hemoam  É sempre assim quando termino de tomar a dose cavalar de prednisona e do omeprazol. Cefaléia, pressão no peito, tosse, secreção, coriza, e toda uma síndrome de disturbios gastrintestinais de cujos detalhes escatológicos eu os pouparei.

Nossa ida ao Hemoam foi muito educativa, mas pouco útil como auxílio terapeutico para mim. Aprendemos que eles lá decidiram modificar o conceito da palavra urgência - de modo a atender sua ineficiência operacional -, e que os pacientes que chegam de urgência são triados para atendimento de acordo com um protocolo que leva em consideração a ordem de chegada.

Risível, se não fosse trágico! Depois de tentarmos argumenter fazendo de tudo para que a razão prevalecesse, o único médico da urgência (uma médica) apareceu finalmente. Estava tão impregnada de um  certo perfume, enjoativo e adocicado, já naquelas primeiras horas da manhã, imaginem, que nem parecia alí  estar para dispensar cuidados a enfermos, a pacientes submetidos a quimioterapia e portanto suscetíveis aos enjôos. 

Depois de mais de uma hora aguardando na "urgência" do Hemoam, Sandrinha ligou para uma das filhas, Renata, que é médica, e foi ela que nos ajudou a superar a crise. Exame clínico, radiografia medicação, tudo ok. Hoje estou melhor... :=]

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

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Receita de Mingau de banana



A banana Pacovã, ou da Terra, é nativa da Jamaica e seu uso foi difundido pelo Nordeste e Norte do Brasil. Contém 23 % de hidratos de carbono ,  proteínas, sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cálcio), vitaminas A, B6 (que alivia os sintomas da tensão pré-menstrual) e é rica em fibras solúveis. Seu valor nutritivo é superior ao da maior parte das frutas frescas. Deve ser consumida madura, pois assim todo o amido já se converteu em açúcar, o que a torna mais facilmente assimilável.
Contrariamente ao que se crê é uma fruta de fácil digestão, indicada especialmente em casos de acidez e úlcera do estômago, como também em certas afecções do coração ou rins, nas quais é indispensável uma cura seca.

Aqui na Região Norte o mingau dessa fruta tem uso muito difundido para amenizar os efeitos colaterais da quimioterapia, dada a sua ação protetora local das paredes do sistema digestivo, revestindo e protegendo suas mucosas.

Além do alto valor nutritivo, equilibra o PH do organismo e é recomendada nos casos de gastrite. É utilizada para regular o intestino, o fígado, o estômago e os rins. Auxilia no tratamento das vias respiratórias, principalmente contra doenças como asma, tuberculose e pneumonia.
Uma banana média fornece cerca de um terço das necessidades diárias recomendadas de potássio e cerca de 100 calorias, sob a forma de frutose e amido, que o corpo transforma em energia. É por isso mesmo, muito usada pelos atletas que a consideram um anabolizante natural e uma ajuda contra as cãibras e contrações musculares.
A sua polpa, branca e saborosa, é um excelente alimento para crianças e idosos, uma vez que tem grande poder anti-raquítico, e em algumas regiões onde se cultiva, consome-se em vez do pão.
Aqui em Manaus, mesmo com uma produção grande de vários tipos de banana, a expressão “A preço de Banana” perdeu o sentido. Um kg da fruta chega a custar até R$ 5,00 nas feiras e supermercados. A unidade da pacovã está sendo vendida a 1 real.
Receita de mingau de banana (calorias: 200 ml de mingau/490 cal)
Ingredientes:
10 bananas da terra ou pacovã
2 litros de leite
1 lata de leite condensado
farinha de tapioca (1/4 de litro)
açúcar a gosto
sal e canela a gosto
Preparo:
Coloque de molho a farinha de tapioca em 1 litro de leite
Reserve por 15 minutos;
Enquanto isso coloque a banana sem casca para cozinhar;
Em seguida, bata todos os ingredientes no liquidificador e leve ao fogo médio por 10 minutos. Seu mingau está pronto para ser servido e você pode salpicar a canela o quanto quiser.
Receita da nutricionista Fernanda Lemos,@ 
http://portalamazonia.locaweb.com.br/