Mostrando postagens com marcador maconha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maconha. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de junho de 2012

1

Câncer de próstata: interromper terapia hormonal pode significar dois anos a menos de vida


A terapia hormonal consiste em interromper a produção de testosterona, responsável por aumentar os tumores de próstata. Muitas pessoas fazem o tratamento de forma descontínua para tentar conter os efeitos secundários, que podem ser perda da função sexual, ondas de calor, ossos enfraquecidos e até problemas cardíacos.

Homens com câncer da próstata metastático que fazem terapia hormonal contínua podem viver até dois anos mais do que aqueles que interrompem o tratamento, afirma um estudo desenvolvido pela University of Michigan Comprehensive Cancer Center.

O estudo, divulgado na Sociedade Americana de Oncologia Clínica, foi feito com mais de 1.500 homens com câncer da próstata. Eles foram acompanhados durante quase uma década. O grupo foi dividido entre aqueles que fizeram a terapia hormonal contínua e os que fizeram a terapia intermitente. Analisando os resultados, os investigadores descobriram que a terapia contínua acrescentava anos de vida aos pacientes.

Os autores afirmam que a terapia interrompida não deveria mais ser recomendada como tratamento inicial, ainda que os seus efeitos secundários sejam menos nocivos. De acordo com eles, os homens precisam refletir se eles estão dispostos a negociar ondas de calor com o acréscimo de dois anos nas suas vidas.

Fonte aqui

Ator americano usa maconha para se tratar de câncer de próstata.

Tommy Chong, comediante da dupla Cheech & Chong, ficou famoso na década de 70 falando do amor que tinha pela maconha, em álbuns e shows de comédia. Chong, agora lutando contra um câncer de próstata, acredita que a cannabis é a chave para sua cura.

Hoje com 74 anos, Tommy contou ao site CNN que lida há oito anos com os sintomas da doença, mas que só foi diagnosticado há um mês. Desde então, aposta no óleo de cânhamo para se tratar. Mas só de noite, “se não, fico louco o dia todo”, entrega. O óleo é mais um dos produtos que pode ser extraído da Cannabis sativa, a maconha.

“Legalizar a maconha significa muito mais para mim do que simplesmente fumar um baseado sem ser preso. Cannabis é a cura”, afirmou o comediante. Apesar de continuar um ativista fervoroso pela legalização, Chong disse que deixou de fumar marijuana há um ano, por questões de saúde.

Os shows da dupla não são tão populares aqui no Brasil, mas Chong também fez parte do elenco de “Miami Vice”.

Fonte aqui

quinta-feira, 5 de maio de 2011

0

Cannabidiol - Composto da maconha revela-se promissor no combate ao câncer de mama

As pesquisas oncológicas avançam, se multiplicam em suas plataformas conceituais originais e acabam sendo por vezes confrontadas com resultados empíricos e dramáticos (e até desmoralizantes), como os obtidos por Mr. Hyde, pai do garoto Cashy, personagem do post publicado ontem. E daqui a pouco vão acabar me confundindo com o escritor, jornalista e político Fernando Gabeira por sua atuação na luta pela descriminalização da maconha. Na luta de vida e morte que travamos não há lugar para preconceitos anacrônicos nem posturas radicais bobalhonas. E se a maconha, que é um produto 100% natural e fitoterápico ajudar, por que não?
Conhecida na India e na China há mais de 1500 anos, as primeiras pesquisas realizadas revelaram suas propriedades altamente benéficas no tratamento de convulsões, inflamações, ansiedade, e nausea, bem como na inibição do desenvolvimento das células do câncer. Estudos mais recentes tem mostrado o desempenho efetivo do CBD (cannabidiol) - um composto encontrado na Cannabis sativa, a popular maconha - como antipsicótico nos tratamentos de esquizofrenia, e como supressor dos sintomas da distonia.
Em novembro de 2007, foi relatado que o CBD reduz o desenvolvimento ‘in vitro’ de células do câncer de mama agressivo e reduz sua invasividade.
Agora, estudos publicados em abril na revista científica Molecular Cancer Therapeutics, realizados por cientistas do California Pacific Medical Center Research Institute, aumentam as esperanças de que o CBD possa vir a ser o primeiro agente não tóxico a ser empregado com sucesso no tratamento de formas de câncer de mama metastático.

"Agora temos mais opções no tratamento de formas agressivas de câncer", disse Sean McAllister, Ph.D., pesquisador do câncer no CPMCRI e principal autor do estudo. "Esses tratamentos, como a quimioterapia, podem ser eficazes, mas também podem ser extremamente tóxicos e difíceis para os pacientes. Este composto oferece a esperança de uma terapia não-tóxica, e que poderá alcançar os mesmos resultados sem nenhum dos efeitos colaterais dolorosos".

Os pesquisadores usaram o CBD para inibir a atividade de um gene chamado Id-1, que se acredita ser o responsável pela disseminação agressiva das células cancerosas por todo o corpo, para longe do local do tumor original.

"Sabemos que o Id-1 é um regulador-chave da propagação do câncer de mama", disse Pierre-Yves Desprez, Ph.D., e também pesquisador do câncer no CPMCRI, co-autor sênior do estudo. "Sabemos também que o Id-1 também foi encontrado em níveis mais altos em outras formas de câncer. Então, o que é emocionante sobre este estudo é que se CBD pode inibir Id-1 em células de câncer de mama, então ele pode revelar-se eficaz em barrar a disseminação de células cancerosas em outras formas da doença, tais como de cólon e cérebro ou o câncer de próstata."

No entanto, os pesquisadores ressaltam que eles, apesar dos resultados serem muito promissores, não estão recomendando que as pessoas com câncer de mama passem a fumar maconha, pois consideram improvável que as concentrações eficazes da droga sejam alcançadas pela simples inalação.

Traduzido de Science Daily, com editorial pelo autor do blog. Leia release original aqui.
===============================
Descoberta proteína que poderia ajudar a impedir o alastramento do câncer

Pesquisa financiada pela Canadian Breast Cancer Foundation é a matéria de capa da edição de maio do Journal of Cell Science, onde se revela a existência de uma proteína capaz de travar a propagação das células cancerosas da mama, que poderá conduzir a uma nova terapia para evitar ou limitar a propagação da doença.

"Os investigadores do câncer desejam criar novas estratégias terapêuticas em que a metástase ou propagação de estágio do câncer possa ser bloqueada", explica Andrew Craig, pesquisador chefe e professor do Departamento de Bioquímica do Queen's Cancer Research Institute. "Os pacientes tem uma chance muito melhor de sobreviver se o tumor primário é o único que precisa ser tratado."

A proteína reguladora, identificada pela equipe do Dr. Craig, inibe a disseminação de células cancerosas mediante a remoção e/ou a quebra de uma enzima invasiva  presente na superfície das células cancerosas. Se permanecer desmarcada, essa enzima degrada e modifica os tecidos circunvizinhos saudaveis, facilitando a propagação do câncer pelo corpo.

Os pesquisadores esperam que as constatações feitas agora possam ajudar a desenvolver terapias mais específicas, que tenham uma função inibitória restrita sobre a enzima que está implicada em certos tipos de câncer metastático. As terapias tradicionais, que têm sido utilizadas para controlar a natureza invasiva da enzima são inespecíficas, pois também destroem as enzimas que são importantes para a função normal do corpo fisiológico.

Foi examinada uma gama de proteínas que são responsáveis ​​pelo controle da forma de agir das células cancerosas. Elas se concentraram especificamente nas partes da célula que se projetam em torno dos tecidos normais, permitindo com que a célula cancerosa possa degradar as barreiras protetoras de tecido circundante.

As células normais também produzem saliências semelhantes, como parte de um processo saudável de sua fisiologa, que permite com que elas se movam através dos tecidos do corpo durante uma resposta imune.

Durante a propagação do câncer estes mecanismos, normalmente saudáveis, são cooptados por células cancerosas, permitindo com que o câncer rompa fronteiras e colonize tecidos distantes. Este processo de disseminação da doença é conhecido como metástase e é freqüentemente a causa das mortes relacionadas.

Traduzido e condensado de Science Daily. Leia release completo aqui.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

3

Pai & Filho

O que você faria se seu filho de apenas dois anos estivesse morrendo de um câncer extremamente agressivo em um hospital? Seu desespero o levaria ao ponto de fazer coisas absurdas, como dar a ele drogas consideradas ilegais, sem a permissão dos médicos?  A história incrível que se segue é a de um pai que não hesitou em fazer isso para tentar ajudar o filho a sarar de um tumor cerebral. Apesar da recusa dos médicos em considerar o tratamento, o óleo a base de maconha entrava clandestinamente no hospital e era dado escondido ao garoto para tratar o tumor cancerígeno e aliviar o sofrimento dos efeitos colaterais.

Se questionados, a maioria dos médicos irá responder que a eficácia terapeutica da maconha medicinal ainda não está devidamente comprovada. Mas não tente dizer isso a Cash Hyde, ou a seu pai, pois para eles a eficácia da droga não poderá jamais ser colocada em questão, já que eles estão absolutamente convencidos de seu poder milagroso.

Cashy era perfeitamente saudável quando nasceu, em junho de 2008. No entanto, antes de seu segundo aniversário ele começou a ficar muito doente e o diagnóstico inicial de febre glandular não convenceu seu pai. Ele sabia que havia algo de mais grave com seu filho. Buscou a opinião de outros médicos e recebeu a notícia de que a criança era portadora de um tumor cerebral perigoso.

O menino teve então de passar por vários ciclos de tratamento com quimioterapia pesada para tentar diminuir o tumor. Apesar de parecer responder ao tratamento, os efeitos colaterais pareciam estar acabando com ele. Tinha convulsões, infecções no sangue, vômitos e dormia a maior parte do dia. Foram tempos muito dificeis para todos.

Em dado momento, a família foi avisada de que a criança tinha pouquissimas chances de sobreviver aos tratamentos ou a doença. O tumor cerebral parecia avançar muito rapidamente. Na cirurgia efetuada, a equipe médica não foi capaz de remover mais do que 10% do tumor, deixando a maior parte do mesmo, que continuou a danificar o corpo do garoto. Houve um momento em que os efeitos da quimioterapia tornaram-se tão insuportaveis que Cashy ficou extremamente fraco, pois  passou 40 dias seguidos sem conseguir ingerir alimentos sólidos.

Foi neste momento que Mr. Hyde, pai de Cashy, vendo o filho entre a vida e a morte, movido pelo desespero, decidiu que algo diferente deveria ser feito para tentar ajudar seu filho. Já tinha lido alguma coisa sobre o poder medicinal da maconha.

A maconha é ilegal no país. Mesmo que alguns estados norte-americanos, como o de Montana, permitam o seu uso medicinal em adultos, isso não se estende às crianças. O governo federal não reconhece a legalidade do uso da droga e frequentemente os Estados são questionados pelo FDA. Os médicos, receosos de correr o risco de perderem suas licenças, sequer cogitaram discutir a possibilidade do uso da maconha em ambiente hospitalar, colocando-se terminantemente contra.

Mr. Hyde conseguiu um fornecedor clandestino de maconha medicinal e simplesmente não disse aos médicos o que pretendia fazer. Para certificar-se de que os efeitos da droga teriam uma chance de trabalho sobre a doença de seu filho, ele apenas pediu aos médicos que suspendessem temporariamente todos os medicamentos anti-náusea, sem informá-los sobre quais eram suas intenções.

Segundo Mr. Hyde, o óleo concentrado de maconha pareceu surtir efeito imediato sobre o estado geral do garoto, que após ter ficado 40 dias sem comer alguma coisa começou a voltar a sentir fome. E até comeu um pedaço de queijo algumas horas após a ingestão da droga.

Cashy foi declarado livre do câncer pelos médicos e está finalmente de volta a sua casa, com a sua família, e voltou a viver a vida de uma criança normal.  Seu pai atribui todos os créditos à maconha medicinal, ou óleo de cannabis na recuperação de seu filho dos efeitos colaterais da quimioterapia, tornando possível a continuidade do tratamento. “É muito controverso, muito assustador. Mas, não há nada mais assustador do que perder meu filho."

Esta é uma história incrível sobre os efeitos positivos da maconha medicinal e de um menino cujo pai se recusou a desistir de sua vida .... e ele foi o melhor.

Leia o original em inglês aqui.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

0

Maconha pode aumentar qualidade de vida durante a quimioterapia


A quimioterapia causa perda de apetite nos pacientes principalmente porque afeta o cheiro e o gosto dos alimentos. Ao comer menos, os portadores de câncer acabam sofrendo com a diminuição de peso e com quadros de anorexia.
A maconha, criminalizada em quase todo o mundo no começo do século 20, tem uso medicinal antigo e agora uma nova pesquisa canadense da Universidade de Alberta mostrou que seu uso durante a quimioterapia devolveu aos pacientes o prazer de comer e voltar a sentir o gosto dos alimentos.
O tetrahidrocanabinol (THC), substância presente na maconha, pode melhorar a sensação de gosto e a qualidade do sono em pacientes com câncer que recebam quimioterapia. O trabalho foi divulgado na edição deste mês de uma publicação científica da Sociedade Médica de Oncologia Européia.
O
 estudo piloto foi conduzido entre maio de 2006 e dezembro de 2008, com 21 pacientes adultos, todos eles portadores de algum tipo de câncer em estágio avançado - com exceção de tumores no cérebro. A seleção também deu preferência a pessoas que passaram a se alimentar menos por pelo menos duas semanas, como resultado da doença.
Onze pacientes receberam uma pílula com a substância, a principal responsável pela ação alucinógena das plantas Cannabis. O restante foi medicado com placebos. A pesquisa foi conduzida com a metodologia duplo-cego, na qual os médicos e os pacientes não ficam sabendo quem ingeriu as cápsulas com THC e quem tomou as pílulas falsas.
O tratamento durou 18 dias. Cerca de 73% dos pacientes que receberam THC afirmaram estar mais interessados em comida contra apenas 30% dos que ingeriram placebos. A substância também fez os alimentos parecerem ter um gosto melhor para 55% dos voluntários. Só 10% dos que não foram submetidos aos efeitos do THC relataram a mesma satisfação na hora de comer.
O apetite aumentou em 64% dos medicados com a substância e nenhum deles disse estar com menos fome. Já no grupo do placebo, 50% dos pacientes reclamou da perda da vontade de comer e 20% não notaram nenhuma mudança.
Segundo a médica Wendy Wismer, da universidade canadense, este é o primeiro teste aleatório e controlado a mostrar que o THC aumenta o apetite em pacientes com câncer, além de ajudar no sono e relaxamento. Ela ainda afirma que o trabalho é importante pois não existem, atualmente, tratamentos contra as alterações de sensibilidade provocadas pelas drogas quimioterápicas.
O teste clínico feito pela equipe canadense é de fase 1, com poucos participantes. Novos estudos em humanos - de fase 2 e 3 - são necessários para comprovar a eficiência do THC na melhora do apetite e do sono em pacientes passando por quimioterapia.
José Alencar solicita privacidade para continuar tratamento contra o câncer
O ex-vice-presidente da República, de 79 anos, permanece internado desde o dia 9 no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele teve uma inflamação na região abdominal causada por uma perfuração no intestino e seu estado ainda é considerado grave, mas continua estável.

Na quinta, atendendo a uma solicitação do próprio Alencar, que pediu privacidade, o hospital informou que a divulgação de boletins médicos seria suspensa.
Segundo o oncologista Paulo Hoff, integrante da equipe que acompanha o ex-vice-presidente, ele permanece internado e não há previsão de que tenha alta e retorne para casa. “Ele está estável, mas em uma situação delicada. Ele poderia ir para a casa, mas com uma grande possibilidade de retornar após poucos dias.”
O ex-vice-presidente luta contra o câncer há mais de uma década e já foi submetido a uma série de cirurgias para retirar tumores. Devido a seu estado de saúde, o tratamento contra a doença foi suspenso recentemente.
Com informações do R7

quarta-feira, 3 de março de 2010

0

Maconha altera DNA humano e causa câncer

maconha
Segundo os pesquisadores, cigarros de maconha têm substâncias cancerígenas que também existem em cigarros de tabaco

Cientistas da Universidade de Leicester, na Inglaterra, afirmam ter encontrado "evidências convincentes" de que fumar maconha causa danos ao DNA de forma que aumenta a chance de câncer em humanos. Segundo os pesquisadores, os resultados do estudo, publicados no periódico científico Chemical Research in Toxicology, "implicam que o consumo de cigarros de maconha pode ser prejudicial para a saúde humana".

Segundo a pesquisa, cigarros de tabaco contêm 4 mil substâncias, das quais 60 são cancerígenas - como a composição da maconha nunca havia sido estudada mais a fundo, isso impossibilitava a constatação de que a maconha pudesse ter o mesmo efeito do tabaco. Agora, os cientistas afirmam ter descoberto que os cigarros de maconha possuem, em proporção maior, alguns tipos de substâncias cancerígenas que também existem nos de tabaco, como por exemplo 50% a mais de benzopireno.

Outro problema destacado pelos cientistas é que os usuários de maconha inalam a fumaça com mais força do que fumantes de cigarro normal, o que faz com que a média de 3 a 4 cigarros de maconha por dia cause o mesmo dano nos pulmões que 20 ou mais cigarros de tabaco e aumenta a potencialidade de causar danos ao DNA.

Em países como Canadá, Holanda, Espanha, Portugal e Israel, e em 14 Estados americanos, incluindo a Califórnia, o uso medicinal de maconha é regulamentado, mas é raro que isso seja feito a partir de cigarros. Existem estudos que afirmam demonstrar a eficácia do THC, substância encontrada na maconha e responsável por seu efeito, no tratamento de alguns tipos de câncer.
Fonte: Revista Época