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terça-feira, 28 de setembro de 2010

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Sucuuba contra o câncer II

Motivado pelo interesse crescente (observado principalmente em fóruns, na internet) pela obtenção de informações sobre uma planta aqui da Amazônia, a Sucuuba, empregada localmente há tempos no tratamento do câncer e de outras doenças, fiz uma pesquisa sobre as escassas fontes primárias e secundárias de informação às quais tive acesso e publiquei em 22 de janeiro de 2010 o artigo intitulado Sucuuba contra o câncer, que rapidamente se transformou no post mais lido do blog, com 1.121 visitas até o dia de hoje, segundo as estatísticas do Blogger. Desde então tenho recebido muitos pedidos de informação de sobre como obter os produtos dessa planta.
Meu querido e saudoso pai, que sempre teve um viés ligeiramente hipocondríaco e um razoável conhecimento das coisas da Amazônia, fruto de sua longa vivência na região, depositava a maior fé na fitoterapia e mantinha sempre em casa, na geladeira, algum tipo de chá feito com alguma erva, folha, raiz ou casca de alguma espécie vegetal que consumia com regularidade. Ele falava com muito entusiasmo das propriedades medicinais dessa planta.
Eu sempre acreditei, com base no princípio da polaridade, dos opostos, e no princípio de causa e efeito - que a cultura védica chama de Lei de Kharma -, que a Mãe Terra, com a sua mineralogia, e com toda a sua biodiversidade - que a ciência materialista após séculos de estudos sistemáticos não chegou sequer a vislumbrar as potencialidades e as infinitas possibilidades de combinação - encerra em si mesma as soluções, os remédios, os antídotos para todos os males que afetam a nossa saúde, quer sejam no plano psíquico, quer sejam no material. E tudo se resume a uma questão de merecimento, de esforço coletivo e honesto da humanidade que seja conseqüência de uma conjugação de princípios morais, éticos, filosóficos e humanistas antepostos às motivações meramente mercantilistas para atender a ganância de alguns.  
Aqui, como procuramos deixar claro desde o início aí no sidebar (“Por favor, leia”) não recomendo - nem poderia e não é minha intenção – nenhum tipo de droga ou tratamento. Meu objetivo, além de dar o testemunho da minha experiência pessoal na luta contra o câncer, sempre foi informar, proporcionar a comodidade ao leitor de dispor em um só local de um panorama o mais atualizado possível sobre tudo o que acontece de novo no campo da pesquisa oncológica, das novas terapias, recorrendo sempre que possível a fontes primárias.

As plantas medicinais são usadas há milênios e este uso é muitas vezes indiscriminado e pouco criterioso. As pesquisas científicas têm revelado que determinadas espécies contêm substâncias potencialmente perigosas, agressivas e, por esta razão devem ser utilizadas com cuidado, respeitando seus riscos toxicológicos. De outro lado, o câncer se revelou uma doença individualizada, com uma assinatura genética que varia de pessoa para pessoa e de um tipo de câncer para outro, o que tem feito com que determinada droga seja efetiva em alguns casos e em outros, não.
No caso da sucuuba, apesar dos inúmeros relatos e testemunhos favoráveis ao seu uso, não existe, até o momento, estudo laboratorial ou clínico que comprovem cientificamente sua eficácia, dosagem e segurança toxicológica, muito menos aprovação de seu uso pela ANVISA, órgão oficial de controle. Além disso as folhas, o córtex (casca), o caule e o látex (leite) de sucuuba são produtos naturais, extraídos pelo caboclo na floresta, embalados e transportados para o comércio sob condições de conservação e cuidados de higiene que não podemos determinar. Isso, sem falar das adulterações que pessoas inescrupulosas são capazes de fazer para aumentar o volume e o lucro. O látex que escorre logo após o corte do caule é de um branco imaculado e deve ser mantido sob refrigeração, caso contrário deteriora rapidamente. Aquele que encontramos à venda nas pequenas bancas dos mercados de artigos regionais, mesmo mantidos sob refrigeração, geralmente apresenta uma cor levemente rosada, indicando já alguma alteração.
Por via das dúvidas e por minha conta e risco passei a tomar o látex dessa planta desde o terceiro ciclo da minha quimioterapia, na proporção de três partes para uma parte de mel de abelhas (prá melhorar o sabor desagradável), inicialmente um cálice em jejum e depois três colheres das de sopa, três vezes ao dia.  Faz alguns meses que não tomo porque o único lugar em que confiava para comprar, aqui em Manaus, imaginem, não tem recebido o produto. Passei a tomar também cápsulas de um concentrado puro de Chlorella, uma alga monocelular que Sandrinha descolou pra mim numa pesquisa. Mas nunca sequer pensei em abandonar o tratamento convencional.
Bem, tentando de alguma forma atender às solicitações que mencionei no início do post, e feitas as ressalvas acima, estou colocando abaixo, para quem quiser arriscar, dois links de sites que estão anunciando produtos de Sucuuba, que encontrei na net Devo dizer que nunca adquiri estes produtos destas pessoas, e nem sequer as conheço. Boa sorte:
http://www.guaranaurubatan.com.br/detalhes.php?id=466

http://obidos.olx.com.br/leite-de-sucuba-1l-iid-52434082 
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

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Sucuuba contra o câncer

Tenho visto na internet, principalmente em fóruns, muita gente interessada em obter informação sobre uma planta da Amazônia, a Sucuuba, usada há muito tempo por aqui no tratamento empírico (ou caseiro) do câncer.
Por via das dúvidas, na falta de estudos determinativos das aplicações e de uma dosagem específica, estou tomando o látex dessa planta desde o terceiro ciclo da quimioterapia, na proporção de uma parte de Sucuuba, duas partes de outro látex aqui da região, o Leite de Amapá (do qual falarei em um próximo post), mais uma parte de mel de abelhas, prá melhorar o sabor amargo da Sucuuba.
Tomo um cálice dos de licor em jejum, mas tenho conhecimento de pessoas que tomam algumas gotas diluídas em água mineral, ou filtrada.
Não seria demais ressaltar (como se pode ver em “Por favor, leia” aí na barra lateral) que este blog tem caráter informativo e não recomenda - nem poderia e nem esta é nossa intenção – nenhum tipo de medicamento ou tratamento, e que o médico deve ser consultado sobre a utilização de qualquer tratamento alternativo.
C
omo as fontes de informação sobre a Sucuuba estão muito dispersas em vários sites na internet, publico agora o resumo da pesquisa que fiz, com a indicação das fontes no final, bem como alguns depoimentos de cura, esperando que sejam de alguma utilidade para aqueles que buscam informações sobre a matéria.

A utilização das raízes, folhas, cascas, talos, sementes, seivas, látex, frutos, flores, enfim, de qualquer produto de origem vegetal no restabelecimento ou na manutenção, ou ainda na prevenção da saúde humana, conhecida como fitoterapia, faz parte da história da humanidade, tendo grande importância no que se refere aos aspectos medicinais e culturais. A referência mais antiga de que se tem conhecimento de seu uso data de mais de sessenta mil anos. As primeiras descobertas foram feitas por estudos arqueológicos em ruínas do Irã. Na China, em 3.000 a.C., já existiam farmacopéias que compilavam as ervas e as suas indicações terapêuticas. 

Este uso milenar das plantas medicinais, muitas vezes indiscriminado e pouco criterioso, também nos tem revelado, juntamente com as pesquisas científicas, que determinadas espécies contêm substâncias potencialmente perigosas e agressivas. E, por esta razão, devem ser utilizadas com cuidado, respeitando seus riscos toxicológicos.

No Brasil, devemos aos índios a existência de uma medicina popular fitoterápica, com contribuições dos negros e dos europeus. O conflito entre as formas de cura alternativa e o saber científico ocorre a partir do momento em que os leigos exercem estas formas alternativas de cura. E este conhecimento é, em geral, desvinculado do saber acadêmico pelo Establishment, sendo então considerado ilegítimo. A medicina oficial, aquela aprendida nas faculdades, apresenta, em geral, uma perspectiva tecnicista, que vê o doente de modo fragmentado, diversamente do que ocorre nas terapias alternativas, que têm uma visão mais abrangente, mais holística do homem.

A Sucuuba, ou Sucuba, ou ainda janaguba (Himatanthus sucuuba) é uma espécie arbórea latescente (produz látex, que é uma suspensão ou emulsão de pequenas partículas em um líquido) encontrada na região amazônica e no Nordeste, cujo tronco é ereto e a casca rugosa. É uma perfumada árvore de grande porte, que, adulta, pode atingir os 25 m de altura, com o tronco variando de 1,5 a 2,0 m de diâmetro. Pode se desenvolver em terra firme ou nas áreas alagadiças da Amazônia, denominadas várzea.

Na medicina popular, principalmente no Norte, o látex e a infusão feita a partir da casca, do caule e das folhas, têm sido utilizados pelo caboclo para tratamento de tumores, furúnculos, edemas, artrites e ainda como vermífugo e laxante.

Como geralmente acontece com a maioria dos produtos da biodiversidade amazônica, os estudos sobre a Sucuuba são escassos, pouco determinativos, e raras as fontes de pesquisa. E por não se tratar de um produto fitoterápico com indicações terapêuticas e posologia devidamente estudadas e aprovadas pelas autoridades reguladoras (Anvisa), naturalmente há controvérsias sobre a quantidade a ser ingerida. Mas, pelo que depreendi desta pesquisa e da minha experiência pessoal, além do depoimento de pessoas aqui da região que consomem o chá, a infusão ou o látex puro ou diluído, por gerações, não existem riscos toxicológicos comprovados, desde que o consumo seja moderado, como deve ser o consumo de qualquer substância medicamentosa, mesmo que natural.

Os raros estudos levados a efeito (vide fontes abaixo) não foram conduzidos com o propósito de determinar a eficácia terapêutica ou farmacológica da Sucuuba no tratamento de alguma enfermidade específica, de acordo com os protocolos oficiais e reguladores, que incluem as várias fases de Ensaios Clínicos. Trata-se, basicamente, de estudos de natureza química, que visavam isolar, ou revelar os grupos de compostos químicos presentes nesta planta.

As análises revelaram a presença de três grandes grupos: os depsídeos, os terpenos e os Iridóides, encontrados principalmente no caule e no látex, compostos pelas substâncias fulvoplumierina, plumericina (de comprovada ação antineoplásica (!), antiflogística e antimicrobiana), isoplumericina, e os ácidos confluêntico e metilperlatólico, estes últimos apontados como os responsáveis pelas atividades antiinflamatória, analgésica e o efeito cicatrizante. Com base em estudos farmacológicos, foi também evidenciada a baixa toxicidade reprodutiva e teratogênica em ratas, indicando que seu consumo é seguro na espécie humana.

Nomes comuns: agoniada, agonium, anaguba, arapue, bashi pasha, bellaco-caspi, bellaku-caspi, caracucha, caracuchu, caracuchu blanco, ceneiwe, kanraw-muni, mabwa, na'aypere, platanete, platanote, quina-mole, sanago, shipotma, socoba, succuba-verdadeira, suche, sucoba sanago, sucova, sucuba, sucuuba da Amazonia, sucuuba.


Depoimento 1:

“Tenho 4 filhos, e um deles, teve detectado câncer aos 26 anos, ele agora está com 30.
Moramos no Mato Grosso do Sul, ele tinha um tumor na supra-renal de 21 x 22 cm, inoperável no MS, foi encaminhado a SP, no Hospital Sirio Libanês, aos cuidados do Dr. Miguel Srougi, urologista, com certeza um dos 2 melhores do Brasil.
A cirurgia, de quase 8 horas foi abortada, pois meu filho corria risco de vida.
Foram longos 30 dias de internação no HSL, atendido pelos mais conceituados médicos em suas especialidades, e conseguimos salvá-lo.
Ainda internado, iniciou com 8 dias, a quimioterapia, que coisa terrível, e ao término de cada ciclo fazíamos as avaliações da tomografia, e com 90 dias, Dr. Miguel Srougi ligou-me exatamente as 19 h, na data de meu aniversário, para informar que o tumor do meu filho era inoperável.
Na busca incansável de vencer a doença, passei a entender que a nossa única chance seria passar a frente, e saber que caminho tomar, a cada insucesso nas avaliações.
Assim, mandei os filmes de tomografia de meu filho, ao Hospital M.D. Anderson, nos EUA, aos cuidados do Dr. Paulo Hoff, genro dum amigo aqui de Campo Grande MS. Falei com Dr. Paulo Hoff ao telefone, ele pediu que o oncologista do HSL lhe passasse a ficha completa do paciente. Recebi em seguida do oncologista do HSL, o e-mail recebido dos EUA, onde o Dr. Paulo condenava a quimioterapia aplicada no paciente, por ser muito tóxica, e indicando outra.
Passamos a realizar nova quimioterapia, associamos também o uso diário da Sucuuba, este um remédio caseiro, indicado pelos amigos, consiste em 9 gotas duma planta leitosa, diluídos em 2 litros d''água, tomando 3 xícaras de 50 ml ao dia. O tumor do paciente reduziu para 11 x 12 cm, continuava inoperável no Brasil, recebi sinal verde do M.D. Anderson, e fomos aos EUA, onde  meu filho passou por uma grande bateria de exames, consultas, e finalmente, a cirurgia de 10 horas foi um sucesso.
Teve alta com 7 dias, e com 11 dias após a cirurgia retornamos ao Brasil.
Meu filho recusou-se a tomar qualquer medicação após a cirurgia, e 90 dias após foram detectados nódulos no pulmão. Para ajudar, ele tem um câncer raro. Iniciou quimioterapia experimental, que já havia produzido resultado em três pacientes pelo mundo. Terminado o primeiro ciclo, tomografia, e constatou-se que os nódulos permaneciam do mesmo tamanho.
Daí passou a tomar também a Sucuuba no início do segundo ciclo da quimioterapia experimental. Na última visita que fizemos ao oncologista Dr. Paulo Hoff, constatou-se na tomografia, a redução dos nódulos em 35%.
Os filmes da tomografia foram retidos pelo Dr. Paulo Hoff para documentação da pesquisa. Afinal, meu filho é o quarto paciente do mundo a obter resultado com tal quimioterapia experimental. A pesquisa é coordenada pelo M.D. Anderson Hospital, no Texas EUA. Porém ela foi associada à Sucuuba. Da Sucuuba, temos diversos casos, com notícias de cura, de pacientes desenganados pela medicina científica.
Minha mãe está tomando e os nódulos no cérebro sumiram e os que apareceram no pulmão estão diminuindo. Isso faz 3 meses apenas. IMPORTANTE: NADA SUBSTITUI O TRATAMENTO MÉDICO, ela toma a Sucuuba e também faz a quimioterapia.”
(não quis se identificar)
Depoimento 2:

“A planta Sucuuba (ou janaúba, janaguba, pai-leiteiro da Amazônia) é muito usada no Norte do país contra o câncer, entre outras doenças. Meu pai fez uso dessa planta mais de um ano, contra um câncer de intestino. Graça a Deus, hoje ele está bem, após 3 anos. É claro que ele fez todo o tratamento convencional, e eu sempre falo pras pessoas que não se deve abandonar o tratamento, e que a planta é um "reforço". Mas já ouvi muitos casos de pessoas que se curaram fazendo uso dessa planta. Coloca-se 9 gotas do leite que sai do caule em 1 1/2 de água mineral, bate no liquidificador e côa com filtro de papel. É só tomar 3 vezes ao dia, um cálice pequeno. Eu recomendo essa planta!!!”
(Veridiana Souza (verihss@terra.com.br) 07/03/2009)
Depoimento 3:

“Prezada Katia, a sucuuba existe de dois tipos: um, uma árvore de tronco grande e poucas folhas e a outra de vários ramos e muitas folhas. A primeira, da flor e a segunda, não. Tentando ajudá-la posso falar da segunda (muitas folhas) que já curou vários tipos de câncer em minha família como: câncer externo na orelha, câncer na língua e câncer de seio. Vc pode tranquilamente tomar duas gotas extraídas do caule da planta (quebrando-se as extremidades do caule ou tirando a seiva ou arrancando-se uma folha (duas gotas) para dois litros de água. Se a pessoa não tiver problemas digestivos é melhor usar com água mineral com gás, pois o efeito é mais rápido. Mas serve qualquer água potável.
Deve tomar cuidado ao lidar com a planta para não passar as mãos em nenhuma parte do corpo, pois pode provocar forte ardência. Portanto, lave muito bem as mãos com sabão de côco e use uma escovinha de mão para não deixar nenhum resíduo nas mãos. Para uso externo pode ser usado até oito gotas em um litro de água. Cura qualquer corte sem deixar infeccionar e em tempo recorde. Uma vez diluída em água não ha mais perigo do contato com a pele. Não deixe de continuar o tratamento prescrito e a adição das gotas de sucuuba não interfere nos outros remédios. Não há nenhum perigo, pois é só não exagerar na dosagem diária (recomendável 15ml em um copo de água) três vezes ao dia.Tenho tanta confiança nos resultados que minha netinha de 4 anos estava com pneumonia ficou boa tomando duas colheres de café, na mamadeira, duas vezes ao dia.”
(valdemar torres neto, IP: 201.78.174.243).
O site Vamos falar de saúde apresenta mais depoimentos e está disponibilizando gratuitamente a Sucuuba mediante o reembolso do SEDEX após entrega. Ressalto que não os conheço nem nunca fiz nenhum pedido. Quem quiser arriscar....
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Atualizado em 02/12/2010