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terça-feira, 16 de agosto de 2011

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Tipo de vaso sanguíneo ajuda a erradicar tumores


Cientistas franceses descobriram que um tipo de vaso sanguíneo ajuda na erradicação dos tumores, ao facilitar o acesso dos linfócitos assassinos (um tipo de glóbulo branco) às células cancerígenas, informou nesta terça-feira o Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS, na sigla em francês).
O estudo, publicado pela revista americana Cancer Research (Pesquisa em Câncer), foi realizado com 150 pacientes com câncer de mama e revelou a presença nos tumores dos vasos sanguíneos chamados HEV (do inglês High Endothelial Venules).

Normalmente, estes corpos se encontram nos gânglios linfáticos e sua forma abaulada e redonda facilita a passagem dos linfócitos que chegam pelo sangue aos tecidos.

Os pesquisadores constataram que a presença de um grande número de linfócitos assassinos nos tumores correspondia à existência dos HEV nos mesmos, o que sugere que os responsáveis por permitir o ingresso dos glóbulos brancos no tumor sejam estes vasos sanguíneos.

A equipe também observou que as probabilidades de cura dos pacientes aumentavam de acordo com a quantidade de HEV no tumor.

A próxima etapa para os cientistas será confirmar estes resultados em um maior número de doentes e estudar a influência dos HEV nos métodos terapêuticos atuais para tratar o câncer de mama, como a quimioterapia e a radioterapia.

Segundo o CNRS, outros trabalhos estão sendo realizados para examinar o papel destes corpos nos melanomas e nos cânceres de ovários e de cólon; e a expectativa, em longo prazo, é aumentar ou desenvolver a presença dos HEV nos tumores para permitir que um maior número de linfócitos assassinos possa atacar as células cancerígenas.

Fonte aqui

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

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Linfócitos geneticamente modificados exterminam tumores de leucemia

Os linfócitos geneticamente modificados de pacientes com leucemia exterminaram os tumores e evitaram sua reaparição pelo menos por um ano, segundo um estudo da Universidade da Pensilvânia publicado nesta quarta-feira pela revista Science Translational Medicine. A leucemia é um tipo de câncer que afeta o sangue e a medula óssea onde se formam as células sanguíneas, e a doença ocorre quando as células produzidas na medula se multiplicam sem controle.

Segundo a Sociedade de Leucemia e Linfoma, em 2010, cerca de 43,5 mil pessoas nos Estados Unidos tiveram um diagnóstico de leucemia e aproximadamente 22 mil morreram por essa doença.

Os pesquisadores do Centro Abramson de Câncer e a Escola Perelman de Medicina, na Pensilvânia, testaram um método que consiste na coleta de células do próprio paciente e sua modificação genética, para depois retorná-las ao corpo do paciente submetido a quimioterapia. O método oferece um tratamento para outras formas de cânceres, inclusive de pulmão e ovários, e mieloma e melanoma, segundo o artigo.

"Em um período de três semanas, os tumores foram eliminados de uma maneira muito mais drástica que o esperado", disse o principal autor do estudo, Carl June, professor de Patologia e Laboratório de Medicina no Centro Abramson de Câncer.
A pesquisa

Após retirar as células do paciente, a equipe de pesquisadores reprogramou-as para que atacassem as células do tumor mediante uma modificação na qual usaram um transmissor de lentivírus. Esses são vírus cujo período de incubação é muito prolongado e daí seu nome, que alude à lentidão com que se desenvolvem os sinais das infecções que produzem.

Leia mais aqui