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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

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Terapia de Steve Jobs é experimental e tem risco

Se hoje fosse o último dia de minha vida, queria fazer o que vou fazer hoje? E se a resposta fosse ‘Não’ muitos dias seguidos, sabia que precisava mudar algo.”
 É difícil acreditar que um único homem tenha revolucionado a informática nos anos 1970 e 1980 (com o Apple II e o Mac), o cinema de animação nos anos 1990 (com a Pixar)e, mais recentemente, a música digital (com o iPod e o iTunes). Foi o que fez Steve Jobs, cofundador e presidente da Apple. Não é à toa que conquistou milhares de fãs no mundo inteiro. (Leander Kahney, no livro biográfico “A cabeça de Steve Jobs”)

Pacientes com o tipo raro de câncer de Steve Jobs, da Apple, enfrentam uma luta mais dura se a doença se torna recorrente por causa dos métodos usados no tratamento.

Jobs disse, na quarta-feira (24), que não poderia mais ser o presidente-executivo da empresa da qual era cofundador. Ele saiu de licença médica em janeiro depois de anos lutando contra um raro tipo de câncer no pâncreas e outros problemas de saúde. Ele não deu detalhes sobre sua saúde em seu último anúncio.

O tipo de câncer pancreático é causado por um tumor neuroendócrino de células da ilhota. Jobs teria se submetido a um transplante de fígado em 2009 para combater a disseminação do tumor neuroendócrino. O procedimento é experimental e propício a complicações.

Jobs nunca divulgou publicamente o motivo para seu transplante de fígado. O médico Simon Lo, diretor de doenças biliares e pancreáticas no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, disse que a complicação grave mais provável depois do transplante de fígado de Jobs seria a metástase do câncer, o que obrigaria Jobs a deixar o seu cargo permanentemente.

Cerca de 80 por cento dos pacientes que fazem transplantes de fígado para tratar esse tipo de câncer vivem pelo menos cinco anos, segundo a Universidade da Califórnia em San Francisco. Lo disse que um estudo recente havia mostrado que cerca de três quartos dos pacientes que fazem um transplante de fígado por causa de câncer veem a doença voltar dentro de dois a cinco anos. O câncer pode voltar ao fígado ou para outros órgãos. As drogas imunossupressoras necessárias para um transplante de fígado também dificultam a luta do organismo contra o retorno da doença.

Jobs pode estar "se confrontando com problemas hepáticos relacionados ao transplante de fígado ou ao próprio câncer", disse Lo. "Quando você coloca os pacientes sob medicação imunossupressora, há sempre o risco de que elas retirem a resistência natural, então o câncer consegue crescer mais rápido."

UP (2009), da PIXAR: um velho ranzinza, um jovem escoteiro ansioso e um monte de balões são as estrelas de um filme emocionalmente rico o suficiente para receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme.
Embora esse câncer seja confundido com o câncer de pâncreas, tumores neuroendócrinos têm uma natureza diferente da maior parte dos tumores pancreáticos, que são muito letais e costumam matar 95 por cento dos pacientes em cinco anos. Os tumores neuroendócrinos são mais fáceis de tratar e menos agressivos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, há apenas de 200 a mil novos casos por ano.

Jobs retirou um tumor neuroendócrino em 2004 e disse, depois que todo o câncer fora retirado, que não precisou de quimioterapia nem de radioterapia.

Reuters, com ilustrações editadas do Googleimages

sábado, 29 de maio de 2010

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Sexo masculino mais vulnerável ao câncer de fígado.


Considerado o quinto tumor mais freqüente, o câncer de fígado representa a terceira causa de morte por esta doença no mundo. O bicampeão mundial de futebol Waldir Pereira (Didi), o "Mr. football", que jogava pelo Botafogo, faleceu em 2001 em consequência da doença. Entre seus fatores de risco encontram-se a cirrose e o vírus da hepatite B.

Os homens doentes com o vírus de hepatite B estão mais expostos ao câncer de fígado devido aos receptores de andrógenos, o hormônio masculino.

Um recente estudo publicado na revista Science Translational Medicine demonstra como o DNA do vírus que causa esta doença hepática contém uma sequência com afinidade aos receptores de andrógenos.

Em ensaios prévios da farmacologia experimental, cientistas da Universidade Cheng Kung de Taiwan, líderes da pesquisa, comprovaram que ao atacar esses receptores hormonais se conseguia deter o crescimento do tumor no fígado, sem seqüelas de outro tipo para o organismo dos animais.

O aumento de células malignas nesse órgão surge depois de uma inflamação crônica, explicaram.

Após a infecção pelo vírus a resposta inflamatória do órgão provoca dano nos hepatócitos, o que leva aos primeiros passos da doença do câncer.

Pela primeira vez observou-se diretamente que os receptores de andrógenos intervêm na gênese do câncer induzida pelo vírus da hepatite B, doença que favorece o incremento das células malignas do fígado e seu desenvolvimento.

Terapias dirigidas a inibir os receptores de andrógenos poderiam desenvolver-se no futuro e não a supressão androgênica como se faz em casos de câncer de próstata, o que implica em efeitos colaterais para o homem.
http://www.prensa-latina.cu

terça-feira, 4 de maio de 2010

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Kris Carr : "O câncer te ensina a viver"


Depois de ser diagnosticada com um tipo raro de câncer, a atriz americana Kris Carr optou por terapias alternativas para sobreviver à doença. Hoje, o seu quadro é estável e ela garante ter muito mais energia do que antigamente.
Agora, Kris Carr é ativista na luta do combate ao câncer.
Aos 31 anos, a fotógrafa e atriz americana Kris Carr já havia estrelado dois comerciais de cerveja com grande repercussão e tinha uma vida social agitada, sem se preocupar muito com a saúde.

Até que seu corpo pediu socorro e ela teve de parar para escutá-lo. Depois de algumas cólicas, diagnósticos errados e inúmeros exames, o problema ganhou um nome: hemangioendotelioma epitelóide, um tipo de câncer vascular muito raro, que atacou seu fígado e pulmões, mas, que, para seu bem, evolui lentamente.

O médico recomendou que a atriz levasse a vida normalmente e se concentrasse em fortalecer seu sistema imunológico. Ela levou isso tão a sério que passou de praticante diletante do vegetarianismo a especialista sobre o poder dos alimentos.

Em vez de se entregar à doença, transformou-a em um caminho bem-humorado para o auto-conhecimento. "A superfície do meu fígado estava coberta por tumores. Mais precisamente: as imagens lembravam um queijo suíço", conta Kris, hoje com 37 anos, no livro Câncer - e agora? Ela também é a protagonista do documentário Com Câncer e Ainda Sexy (Crazy Sexy Cancer), que estreou em 12 de outubro no canal pago Discovery Home&Health.

"O pior momento foi quando recebi o diagnóstico. Disseram-me que não tinha cura, tratamento ou cirurgia. Tudo isso para uma pessoa tão jovem como eu", disse Kris a Revista Época. O tratamento a que ela se submeteu nada lembra as massacrantes sessões de quimioterapia: ioga, dieta vegan (baseada apenas em alimentos de origem vegetal e, de preferência, crus.

"Aqui é minha farmácia", aponta a atriz americana  para um hipermercado de frutas e verduras orgânicas. Lá, ela encontra alimentos ricos em enzimas e oxigênio, essenciais à saúde – e tão ausentes na dieta do americano médio, acostumado a comer carne, laticínios e alimentos processados.

No livro Câncer - e agora? (Crazy Sexy Cancer Tips), lançado no Brasil pela Globo Livros, ela dá algumas dicas que aprendeu em mais de cinco anos de pesquisas e experiência. Hoje, garante que sua imunidade está muito mais forte que na época do diagnóstico. 
Condensado de
Revista Época

quinta-feira, 15 de abril de 2010

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Cientistas mostram eficácia do arsênico no câncer do sangue

sangue1
Cientistas chineses demonstraram como o arsênico atua no cancer do sangue ao atacar proteínas específicas que alimentam o tumor.

O investigador Zhang Xiaowei do State Key Laboratory of Medical Genomics em Xangai, na China, e a sua equipa, descrevem os resultados num artigo publicado na revista Science, citado pela agência Reuters.

"Ao contrário da quimioterapia, os efeitos adversos do arsênico (no tratamento da leucemia promielocítica aguda) são muito baixos. Não há perda de cabelo ou supressão da medula óssea (função). Estamos interessados em descobrir como o arsênico pode ser usado em outros cânceres", afirmou o cientista.

"Embora muitos países já estejam usando o arsênico para tratar a LPA, alguns países são resistentes à idéia. Depende muito se os médicos recomendam e se os pacientes aceitam”, explicou.
Conhecido pela sua toxicidade, o arsênico foi considerado no passado como o “rei” dos venenos, pois os seus sintomas são semelhantes aos da cólera e muitas vezes podem passar desapercebidos.

Na China, no entanto, serviu durante muito tempo a uma dupla finalidade. Além de envenenamento intencional, tem sido usado, durante pelo menos 2000 anos, na medicina tradicional chinesa.

Em 1992, um grupo de médicos chineses relatou como usava o arsênico no tratamento da leucemia promielocítica aguda (LPA), um câncer do sangue e da medula óssea que tem taxas de cura surpreendentemente altas de mais de 90% na China.

Na LPA, há uma queda na produção normal dos glóbulos vermelhos e plaquetas, resultando em anemia e trombocitopenia. A medula óssea é incapaz de produzir glóbulos vermelhos saudáveis. Até a década de 1970, esta leucemia era 100% fatal e não havia nenhum tratamento eficaz.

Cinco anos de sobrevida

"O resultado clínico do arsênico no tratamento da LPA está bem estabelecido. Mais de 90% dos pacientes com LPA na China têm pelo menos cinco anos de sobrevida livre da doença", realça o investigador.

Kogan Scott, da Universidade da Califórnia, acredita que a seleção adequada dos casos e a terapia combinada com arsênico pode conduzir a melhores resultados no tratamento da leucemia promielocítica, mas também de outras doenças.
Fonte: http://www.pop.eu.com
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Substância de algas em Taiwan atua contra tumores
algas_marrons Uma substância encontrada em algas de cor marrom, muito comuns em Taiwan, reduz a inflamação dos tumores e controla a proliferação de células cancerosas, informou nesta sexta-feira (26) o Escritório de Indústrias Biotecnológicas e Farmacêuticas da ilha.

A substância, chamada fucoidan, tem um grande potencial médico e deu resultados positivos em testes para combater o câncer de fígado e rim, acrescentou o escritório.

"Além de suas propriedades para combater a inflamação e os tumores, o fucoidan é um componente ativo que fomenta a síntese do colágeno em 24 horas, o que poderá ter aplicações em máscaras de colágeno e tratamento de ferimentos", disse um porta-voz do Instituto de Pesquisa Pesqueira (IIP), Huang Pei-an.

As investigações sobre a nova substância, extraída de algas utilizadas na alimentação animal, foram realizadas pelo IIP e pelo Instituto de Pesquisa de Substâncias Tóxicas e Químicas Agrícolas de Taiwan.

O fucoidan já é utilizado como suplemento dietético em outras partes do mundo por suas supostas propriedades antioxidantes e anticancerígenas.
da Efe