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segunda-feira, 5 de julho de 2010

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Labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera.

"O que nós descobrimos nos últimos cinco anos é que cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar", diz ClaireGuest, da organização Cancer & Bio-detection.

Rebecca Farrar, 6 anos, é a primeira criança diabética da Inglaterra a receber um cão treinado para medir o nível de açúcar no sangue e evitar comas e colapsos. Shirley é uma labradora treinada pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection que há quatro meses mora com Rebecca.

A organização explica que os cães têm a capacidade de sentir mudança nos odores, as quais são imperceptíveis para humanos e que este é um sinal emitido pelo corpo antes de sintomas mais aparentes, como palidez.

A labradora Shirley, ao perceber que o nível de açúcar de Rebecca está muito alto ou baixo, começa a lamber as mãos e as pernas da criança, um aviso claro que permite aos pais tomar providências antes que ela entre em colapso.

Claire Farrar, mãe de Rebecca, conta que a menina tinha colapsos a cada dois dias e que às vezes era preciso ambulância. A Mãe também afirma que as noites de sono de toda a família são mais tranquilas desde que a desde que a cachorra começou a dormir ao lado da cama de Rebecca.

http://www.correio24horas.com.br 

Família pobre que tenha menor de idade com câncer ou aids poderá receber ajuda do Governo.

O governo federal poderá fornecer ajuda financeira a famílias que tenham criança ou adolescente em tratamento contra câncer ou Aids. A concessão do benefício está prevista no projeto de lei (PLS 407/09) da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), pronto para ser votado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A palavra final sobre a proposta vai ser dada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde será votada em decisão terminativa. mamog

O texto original alterava a Lei 8.742/93 (Lei Orgânica da Assistência Social) para criar um auxílio-tratamento no valor de um salário mínimo, a ser pago independentemente da condição financeira da família. Embora estabelecesse que o pagamento do auxílio não gerava direito a pensão e se extinguia com a cura, morte ou maioridade do paciente, abria possibilidade de se tornar benefício de prestação continuada se o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) constatasse o agravamento da doença ou a incapacidade do doente para o trabalho.

O substitutivo de Flávio Arns inseriu essa ajuda financeira - mas na forma de benefício variável - na Lei 10.836/04, que criou o Programa Bolsa Família. Apesar de ampliar ainda seu alcance para os portadores de doença crônica, restringiu o direito ao benefício às famílias carentes. O relator também procurou limitar o pagamento do benefício variável a três por família e estabeleceu seu valor como o dobro do que é pago pelo Bolsa Família por adolescente, correspondente hoje a R$ 30,00.

sábado, 26 de junho de 2010

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Cães podem detectar câncer de próstata pelo olfato.


Os cães são conhecidos como os melhores amigos do homem e acabam de dar mais uma prova de amizade. De acordo com pesquisadores do Hospital Tenon, de Paris, França, podem indicar quem tem câncer de próstata por meio do olfato, 100 mil vezes mais aguçado que o de um ser humano.
A equipe passou um ano treinando pastores belgas malinois com o intuito de que diferenciassem a urina de pessoas com e sem a doença. Quando identificavam a presença de câncer, sentando ou correndo para o treinador, recebiam recompensas. No final da preparação, os cachorros classificaram corretamente 63 das 66 amostras, sendo que metade delas era de pacientes que apresentavam o problema.

Anthony Smith, especialista em câncer de próstata da Associação Americana de Urologia, disse ao jornal Daily Mail que esses dados sugerem que tumores podem eliminar compostos orgânicos voláteis e que o odor pode ser específico, além de acrescentar que o uso dos cães poderia ter resultados melhores que a análise dos níveis de PSA (antígeno prostático específico) no sangue.

Henry Scowcroft, da entidade Cancer Research UK, do Reino Unido, afirmou que há motivos práticos para que os animais não sejam utilizados na detecção da doença, mas que, com a compreensão das moléculas desprendidas por ela, os cientistas seriam capazes de desenvolver melhores testes de laboratório.

Trabalhos anteriores indicaram que cães poderiam ser educados para apontar câncer de mama e de pulmão.